COMO FUNCIONA?
Descubra mais sobre o método
O QUE É?
Método único aonde se une técnicas de hipnose, pnl, reprocessamento generativo, EFT, inteligência emocional , para tratar a pessoa como um todo de forma rápida e objetiva.
OBJETIVO
Ajudar a pessoa a se libertar de seus problemas emocionais de forma rápida
Reestruturar o psiquismo para que consiga lidar com as questões do dia a dia de forma leve e assertiva.

Preparado para alcançar uma qualidade de vida?
Conheça o método exclusivo Wanessa Ugliara. Método único onde se une técnicas de hipnose, pnl, reprocessamento generativo, EFT, inteligência emocional , para tratar a pessoa como um todo de forma rápida e objetiva.
Ajudar a pessoa a se libertar de seus problemas emocionais de forma rápida
Reestruturar o psiquismo para que consiga lidar com as questões do dia a dia de forma leve e assertiva
Desenvolver habilidade de auto gerenciamento emocional
COMO INICIO MINHA JORNADA?
Passo a Passo
AVALIAÇÃO
TRATAMENTO
CONCLUSÃO
AGUARDO SEU CONTATO
Está pronto(a) para iniciar a sua jornada mais rápida e eficiente no desenvolvimento em todos os aspectos de sua vida?
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O que você vai encontrar no material: Fases do Desenvolvimento Psicossexual.
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Estudo Aprofundado de Cada Fase: Mapeamento detalhado das fases Oral, Anal, Fálica/Édipo, Latência e Genital.
As Duas Vias da Fixação: Compreenda as origens e as consequências dos traumas estruturados pela FALTA (privação) e pelo EXCESSO (hipergratificação/asfixia).
O Efeito Cascata: Como fraturas em etapas arcaicas fragilizam o psiquismo e desmoronam a vida conjugal, profissional e emocional adulta.
Diagnóstico na Sessão: Roteiro prático das 4 portas de entrada nas entrevistas preliminares (leitura corporal, vocabulário espontâneo, tipo de relação de objeto e testes do enquadre).
Perguntas Prontas de Intervenção: Formulações clínicas para direcionar a fala do analisando e desatar nós transferenciais.
Contratransferência Somática: Como decodificar no próprio corpo do terapeuta os sinais de sono repentino, mandíbula travada ou tédio em sessão.
Manejo da Regressão e Setting: Protocolos claros para lidar com crises de desamparo oral e agressividade anal contra o contrato terapêutico.
Casos Clínicos Reais: Estudos comentados passo a passo demonstrando a teoria aplicada na carne do dia a dia
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As Duas Vias da Fixação: Compreenda as origens e as consequências dos traumas estruturados pela FALTA (privação) e pelo EXCESSO (hipergratificação/asfixia).
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Diagnóstico na Sessão: Roteiro prático das 4 portas de entrada nas entrevistas preliminares (leitura corporal, vocabulário espontâneo, tipo de relação de objeto e testes do enquadre).
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Contratransferência Somática: Como decodificar no próprio corpo do terapeuta os sinais de sono repentino, mandíbula travada ou tédio em sessão.
Manejo da Regressão e Setting: Protocolos claros para lidar com crises de desamparo oral e agressividade anal contra o contrato terapêutico.
Casos Clínicos Reais: Estudos comentados passo a passo demonstrando a teoria aplicada na carne do dia a dia
Existem dias em que a dor ocupa tanto espaço que parece não existir nada além dela.
O futuro encolhe.
As possibilidades desaparecem.
O afeto dos outros parece distante.
E aquilo que hoje parece insuportável começa a parecer como se fosse durar para sempre.
Talvez uma das partes mais importantes dessa cena seja justamente lembrar:
o que você consegue enxergar em um momento de sofrimento não é necessariamente tudo o que existe.
Isso não significa romantizar depressão.
Não significa dizer para alguém com ansiedade simplesmente “pensar positivo”.
E muito menos que saber que existem pessoas que nos amam é suficiente para fazer uma dor psíquica desaparecer.
Às vezes, mesmo cercada de amor, uma pessoa pode estar sofrendo profundamente.
Mas existe algo que precisamos lembrar:
um estado emocional pode parecer definitivo enquanto estamos dentro dele — sem necessariamente ser.
Há conversas que ainda não aconteceram.
Pessoas que podem se aproximar.
Ajuda que pode ser recebida.
Tratamentos que podem fazer diferença.
Experiências que você ainda não viveu.
E versões da sua própria vida que, nos dias mais difíceis, talvez você ainda não consiga imaginar.
Talvez esperança não seja conseguir olhar para tudo e pensar:
“A vida é maravilhosa.”
Às vezes, esperança é algo bem menor.
É conseguir admitir:
“Hoje eu não consigo enxergar muito além dessa dor. Mas talvez exista algo além do que eu consigo enxergar hoje.”
E, quando estiver pesado demais para sustentar isso sozinho, procurar alguém e pedir ajuda também pode ser uma forma de continuar.
🎬 13 Reasons Why
💭 Guarde para os dias em que um momento difícil tentar convencer você de que ele será a sua história inteira
Existem dias em que a dor ocupa tanto espaço que parece não existir nada além dela.
O futuro encolhe.
As possibilidades desaparecem.
O afeto dos outros parece distante.
E aquilo que hoje parece insuportável começa a parecer como se fosse durar para sempre.
Talvez uma das partes mais importantes dessa cena seja justamente lembrar:
o que você consegue enxergar em um momento de sofrimento não é necessariamente tudo o que existe.
Isso não significa romantizar depressão.
Não significa dizer para alguém com ansiedade simplesmente “pensar positivo”.
E muito menos que saber que existem pessoas que nos amam é suficiente para fazer uma dor psíquica desaparecer.
Às vezes, mesmo cercada de amor, uma pessoa pode estar sofrendo profundamente.
Mas existe algo que precisamos lembrar:
um estado emocional pode parecer definitivo enquanto estamos dentro dele — sem necessariamente ser.
Há conversas que ainda não aconteceram.
Pessoas que podem se aproximar.
Ajuda que pode ser recebida.
Tratamentos que podem fazer diferença.
Experiências que você ainda não viveu.
E versões da sua própria vida que, nos dias mais difíceis, talvez você ainda não consiga imaginar.
Talvez esperança não seja conseguir olhar para tudo e pensar:
“A vida é maravilhosa.”
Às vezes, esperança é algo bem menor.
É conseguir admitir:
“Hoje eu não consigo enxergar muito além dessa dor. Mas talvez exista algo além do que eu consigo enxergar hoje.”
E, quando estiver pesado demais para sustentar isso sozinho, procurar alguém e pedir ajuda também pode ser uma forma de continuar.
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Contratransferência Somática: Como decodificar no próprio corpo do terapeuta os sinais de sono repentino, mandíbula travada ou tédio em sessão.
Manejo da Regressão e Setting: Protocolos claros para lidar com crises de desamparo oral e agressividade anal contra o contrato terapêutico.
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O Efeito Cascata: Como fraturas em etapas arcaicas fragilizam o psiquismo e desmoronam a vida conjugal, profissional e emocional adulta.
Diagnóstico na Sessão: Roteiro prático das 4 portas de entrada nas entrevistas preliminares (leitura corporal, vocabulário espontâneo, tipo de relação de objeto e testes do enquadre).
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Contratransferência Somática: Como decodificar no próprio corpo do terapeuta os sinais de sono repentino, mandíbula travada ou tédio em sessão.
Manejo da Regressão e Setting: Protocolos claros para lidar com crises de desamparo oral e agressividade anal contra o contrato terapêutico.
Casos Clínicos Reais: Estudos comentados passo a passo demonstrando a teoria aplicada na carne do dia a dia.
🧠 1 Minuto de Supervisão Clínica
Seu paciente trouxe novamente um sonho recorrente?
Em vez de olhar apenas para por que o sonho se repete, experimente comparar o sonho atual com os anteriores.
Algumas perguntas podem ajudar:
O que permaneceu exatamente igual?
Cenário, personagens, conflito, ameaça, objetivo?
O que mudou, mesmo que pareça um detalhe?
Um objeto apareceu? Alguém estava ausente? Um caminho diferente surgiu?
Como o paciente reagia antes e como reage agora?
Foge, enfrenta, observa, pede ajuda, paralisa, se aproxima?
A emoção continua a mesma?
O medo aumentou? Diminuiu? Surgiu raiva, alívio, curiosidade?
O desfecho mudou?
O sonho termina no mesmo ponto ou agora consegue avançar um pouco mais?
O que estava acontecendo na vida do paciente em cada período em que o sonho apareceu?
E talvez a pergunta mais interessante:
o que mudou no paciente entre uma versão desse sonho e outra?
Não precisamos atribuir automaticamente um significado a cada mudança.
A ideia é acompanhar o sonho ao longo do processo, e não apenas interpretar cada ocorrência isoladamente.
Às vezes, o cenário continua o mesmo.
Mas o sonhador dentro dele já não é exatamente o mesmo.
📌 Salve estas perguntas para consultar quando um sonho recorrente aparecer na clínica.
🧠 1 Minuto de Supervisão Clínica
Seu paciente trouxe novamente um sonho recorrente?
Em vez de olhar apenas para por que o sonho se repete, experimente comparar o sonho atual com os anteriores.
Algumas perguntas podem ajudar:
O que permaneceu exatamente igual?
Cenário, personagens, conflito, ameaça, objetivo?
O que mudou, mesmo que pareça um detalhe?
Um objeto apareceu? Alguém estava ausente? Um caminho diferente surgiu?
Como o paciente reagia antes e como reage agora?
Foge, enfrenta, observa, pede ajuda, paralisa, se aproxima?
A emoção continua a mesma?
O medo aumentou? Diminuiu? Surgiu raiva, alívio, curiosidade?
O desfecho mudou?
O sonho termina no mesmo ponto ou agora consegue avançar um pouco mais?
O que estava acontecendo na vida do paciente em cada período em que o sonho apareceu?
E talvez a pergunta mais interessante:
o que mudou no paciente entre uma versão desse sonho e outra?
Não precisamos atribuir automaticamente um significado a cada mudança.
A ideia é acompanhar o sonho ao longo do processo, e não apenas interpretar cada ocorrência isoladamente.
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Mas o sonhador dentro dele já não é exatamente o mesmo.
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O Guia Prático dos Mecanismos de Defesa reúne 20 e-books curtos com o mapeamento completo do psiquismo:
🔹 Conceito e Origem
🔹 Uso Saudável vs. Patológico
🔹 Manifestação nos Transtornos Mentais
📖 Coleção completa em PDF por apenas R$ 37,00.
👉 Toque em [ Saiba Mais ] ou link na bio e baixe agora mesmo!
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Sonhar que está nu pode provocar aquela sensação de:
“Meu Deus, ainda bem que foi só um sonho.” 😅
Principalmente quando você percebe que está sem roupa justamente no pior lugar possível.
Mas antes de interpretar, precisamos observar a cena.
🌙 Primeira pista:
Simbolicamente, a nudez pode estar relacionada a exposição, vulnerabilidade, intimidade, autenticidade ou ausência de proteção.
Agora volte ao seu sonho:
Onde você estava nu?
Na rua?
No trabalho?
Na escola?
Em casa?
Diante de uma pessoa específica?
Depois observe:
Quem podia ver você?
Estranhos?
Colegas?
Seu parceiro?
Sua família?
Ninguém parecia perceber?
Esse último detalhe é especialmente curioso.
Às vezes, no sonho, você está desesperado porque está nu… enquanto ninguém ao redor parece se importar.
E isso abre uma investigação completamente diferente.
Agora chegamos à emoção:
Como você se sentia ao perceber que estava nu?
Vergonha?
Medo?
Constrangimento?
Liberdade?
Desejo?
Indiferença?
Você tentava se esconder?
Procurava alguma roupa?
Ou simplesmente continuava vivendo aquela situação normalmente?
Perceba como o significado começa a mudar.
Nudez + vergonha pode levar a uma investigação sobre exposição e julgamento.
Nudez + tranquilidade pode apontar para uma relação completamente diferente com vulnerabilidade, liberdade ou autenticidade.
Não são fórmulas prontas.
São caminhos de investigação.
E então chegamos à Pergunta-Ponte:
Em qual área da sua vida você tem se sentido mais exposto, vulnerável ou “sem proteção” ultimamente?
E existe uma segunda pergunta que eu gosto ainda mais:
O que você teria medo que as pessoas vissem se não pudesse mais esconder?
Talvez seja uma fragilidade.
Uma insegurança.
Um desejo.
Uma parte sua que você costuma proteger muito.
Ou talvez o sonho esteja mostrando justamente o contrário: como seria existir sem precisar esconder tanto de si.
É por isso que não basta pesquisar:
“O que significa sonhar que estou nu?”
O símbolo oferece a pista.
A cena mostra o contexto.
A emoção muda a direção.
E a sua vida ajuda a construir a interpretação.
💬 Você já teve esse sonho? Tente lembrar: quando percebeu que estava nu, você tentou se esconder
Sonhar que está nu pode provocar aquela sensação de:
“Meu Deus, ainda bem que foi só um sonho.” 😅
Principalmente quando você percebe que está sem roupa justamente no pior lugar possível.
Mas antes de interpretar, precisamos observar a cena.
🌙 Primeira pista:
Simbolicamente, a nudez pode estar relacionada a exposição, vulnerabilidade, intimidade, autenticidade ou ausência de proteção.
Agora volte ao seu sonho:
Onde você estava nu?
Na rua?
No trabalho?
Na escola?
Em casa?
Diante de uma pessoa específica?
Depois observe:
Quem podia ver você?
Estranhos?
Colegas?
Seu parceiro?
Sua família?
Ninguém parecia perceber?
Esse último detalhe é especialmente curioso.
Às vezes, no sonho, você está desesperado porque está nu… enquanto ninguém ao redor parece se importar.
E isso abre uma investigação completamente diferente.
Agora chegamos à emoção:
Como você se sentia ao perceber que estava nu?
Vergonha?
Medo?
Constrangimento?
Liberdade?
Desejo?
Indiferença?
Você tentava se esconder?
Procurava alguma roupa?
Ou simplesmente continuava vivendo aquela situação normalmente?
Perceba como o significado começa a mudar.
Nudez + vergonha pode levar a uma investigação sobre exposição e julgamento.
Nudez + tranquilidade pode apontar para uma relação completamente diferente com vulnerabilidade, liberdade ou autenticidade.
Não são fórmulas prontas.
São caminhos de investigação.
E então chegamos à Pergunta-Ponte:
Em qual área da sua vida você tem se sentido mais exposto, vulnerável ou “sem proteção” ultimamente?
E existe uma segunda pergunta que eu gosto ainda mais:
O que você teria medo que as pessoas vissem se não pudesse mais esconder?
Talvez seja uma fragilidade.
Uma insegurança.
Um desejo.
Uma parte sua que você costuma proteger muito.
Ou talvez o sonho esteja mostrando justamente o contrário: como seria existir sem precisar esconder tanto de si.
É por isso que não basta pesquisar:
“O que significa sonhar que estou nu?”
O símbolo oferece a pista.
A cena mostra o contexto.
A emoção muda a direção.
E a sua vida ajuda a construir a interpretação.
💬 Você já teve esse sonho? Tente lembrar: quando percebeu que estava nu, você tentou se esconder
Video @artmafiastudio
As duas crianças estão felizes.
Mas seria superficial olhar para essa cena e concluir:
“Viu? Não precisamos de nada para sermos felizes.”
Precisamos.
Crianças precisam de segurança, alimentação, proteção, oportunidades, afeto e condições dignas para se desenvolver.
Pobreza não é uma lição de gratidão.
Mas existe outra coisa acontecendo nessa cena que merece nossa atenção.
Para uma criança, existe um brinquedo dentro da caixa.
Para a outra, a própria caixa consegue virar alguma coisa.
O objeto é diferente.
A alegria, naquele instante, aparece nas duas.
Isso acontece porque nossa experiência emocional não é determinada apenas pelo valor material daquilo que temos.
Ela também passa pelo significado que atribuímos às coisas.
E talvez, conforme crescemos, algo vá mudando.
Começamos a comparar.
O que eu tenho com o que o outro tem.
O meu corpo com o corpo do outro.
Minha casa com outra casa.
Minha carreira com outra carreira.
Minha vida com pequenos recortes da vida de centenas de pessoas que vemos todos os dias.
E aquilo que ontem era suficiente pode começar a parecer pequeno não porque perdeu seu valor, mas porque ganhou uma comparação.
Isso não significa que devemos nos conformar com tudo.
Desejar crescer, conquistar e melhorar de vida também faz parte.
O problema começa quando nossa capacidade de sentir satisfação depende sempre da próxima coisa:
“Quando eu tiver isso, aí sim…”
Só que o “isso” muda.
E a chegada nunca chega.
Talvez essa cena nos faça uma pergunta desconfortável:
quanto da nossa insatisfação vem daquilo que realmente nos falta — e quanto nasceu quando começamos a olhar demais para aquilo que os outros têm?
A felicidade daquela criança não torna sua realidade menos desigual.
Mas talvez nos lembre de algo que nós, adultos, esquecemos com facilidade:
ter mais e conseguir sentir mais não são necessariamente a mesma coisa.
🤍 O que existe hoje na sua vida que talvez tenha se tornado tão comum que você parou de perceber o valor que tem?
Video @artmafiastudio
As duas crianças estão felizes.
Mas seria superficial olhar para essa cena e concluir:
“Viu? Não precisamos de nada para sermos felizes.”
Precisamos.
Crianças precisam de segurança, alimentação, proteção, oportunidades, afeto e condições dignas para se desenvolver.
Pobreza não é uma lição de gratidão.
Mas existe outra coisa acontecendo nessa cena que merece nossa atenção.
Para uma criança, existe um brinquedo dentro da caixa.
Para a outra, a própria caixa consegue virar alguma coisa.
O objeto é diferente.
A alegria, naquele instante, aparece nas duas.
Isso acontece porque nossa experiência emocional não é determinada apenas pelo valor material daquilo que temos.
Ela também passa pelo significado que atribuímos às coisas.
E talvez, conforme crescemos, algo vá mudando.
Começamos a comparar.
O que eu tenho com o que o outro tem.
O meu corpo com o corpo do outro.
Minha casa com outra casa.
Minha carreira com outra carreira.
Minha vida com pequenos recortes da vida de centenas de pessoas que vemos todos os dias.
E aquilo que ontem era suficiente pode começar a parecer pequeno não porque perdeu seu valor, mas porque ganhou uma comparação.
Isso não significa que devemos nos conformar com tudo.
Desejar crescer, conquistar e melhorar de vida também faz parte.
O problema começa quando nossa capacidade de sentir satisfação depende sempre da próxima coisa:
“Quando eu tiver isso, aí sim…”
Só que o “isso” muda.
E a chegada nunca chega.
Talvez essa cena nos faça uma pergunta desconfortável:
quanto da nossa insatisfação vem daquilo que realmente nos falta — e quanto nasceu quando começamos a olhar demais para aquilo que os outros têm?
A felicidade daquela criança não torna sua realidade menos desigual.
Mas talvez nos lembre de algo que nós, adultos, esquecemos com facilidade:
ter mais e conseguir sentir mais não são necessariamente a mesma coisa.
🤍 O que existe hoje na sua vida que talvez tenha se tornado tão comum que você parou de perceber o valor que tem?
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