COMO FUNCIONA?
Descubra mais sobre o método
O QUE É?
Método único aonde se une técnicas de hipnose, pnl, reprocessamento generativo, EFT, inteligência emocional , para tratar a pessoa como um todo de forma rápida e objetiva.
OBJETIVO
Ajudar a pessoa a se libertar de seus problemas emocionais de forma rápida
Reestruturar o psiquismo para que consiga lidar com as questões do dia a dia de forma leve e assertiva.

Preparado para alcançar uma qualidade de vida?
Conheça o método exclusivo Wanessa Ugliara. Método único onde se une técnicas de hipnose, pnl, reprocessamento generativo, EFT, inteligência emocional , para tratar a pessoa como um todo de forma rápida e objetiva.
Ajudar a pessoa a se libertar de seus problemas emocionais de forma rápida
Reestruturar o psiquismo para que consiga lidar com as questões do dia a dia de forma leve e assertiva
Desenvolver habilidade de auto gerenciamento emocional
COMO INICIO MINHA JORNADA?
Passo a Passo
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TRATAMENTO
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Além de escutar o que as imagens representam, você precisa mapear como o seu paciente existe e reage dentro do próprio sonho.
Como olhar para isso na sessão? Observe a posição subjetiva dele:
Ele assume uma postura ativa ou fica completamente paralisado?
Ele tenta resolver o problema sozinho, foge ou busca ajuda?
Ele se cala diante da pressão ou consegue falar?
E por que isso importa tanto? Porque o funcionamento no sonho é em alguns casos um indicativo do funcionamento na vida real.
Muitas vezes, o paciente repete na estrutura do sonho exatamente o mesmo estilo defensivo, a mesma rigidez e os mesmos bloqueios emocionais que usará na hora de lidar com as suas dores e escolhas no dia a dia.
Outras vezes o movimento no sonho vai mostrar o oposto como forma de compensação.
🔰 Gostou desse conteúdo técnico?
Salve este post para usar como bússola clínica nas suas próximas sessões!
#interpretaçãodesonhos #psicanálise #psicologiaclinica #psicologo #psicologa #psicología
Além de escutar o que as imagens representam, você precisa mapear como o seu paciente existe e reage dentro do próprio sonho.
Como olhar para isso na sessão? Observe a posição subjetiva dele:
Ele assume uma postura ativa ou fica completamente paralisado?
Ele tenta resolver o problema sozinho, foge ou busca ajuda?
Ele se cala diante da pressão ou consegue falar?
E por que isso importa tanto? Porque o funcionamento no sonho é em alguns casos um indicativo do funcionamento na vida real.
Muitas vezes, o paciente repete na estrutura do sonho exatamente o mesmo estilo defensivo, a mesma rigidez e os mesmos bloqueios emocionais que usará na hora de lidar com as suas dores e escolhas no dia a dia.
Outras vezes o movimento no sonho vai mostrar o oposto como forma de compensação.
🔰 Gostou desse conteúdo técnico?
Salve este post para usar como bússola clínica nas suas próximas sessões!
#interpretaçãodesonhos #psicanálise #psicologiaclinica #psicologo #psicologa #psicología
Uma das perguntas que mais recebo é:
"Como eu começo a interpretar os meus sonhos?"
E a resposta costuma surpreender.
A maioria das pessoas começa tentando descobrir o significado dos símbolos.
Mas, antes disso, existe uma pergunta ainda mais importante:
"O que eu senti durante o sonho?"
Imagine que duas pessoas sonham com um cachorro.
Uma sente medo.
A outra sente alegria.
O símbolo é o mesmo.
A experiência emocional é completamente diferente.
Por isso, na interpretação dos sonhos, a emoção costuma ser um dos primeiros caminhos para compreender a mensagem do inconsciente.
Depois, faça outra pergunta:
"Onde essa mesma emoção está presente na minha vida hoje?"
Essa simples conexão já pode revelar muito mais do que procurar um significado pronto na internet.
É exatamente assim que ensino os primeiros passos da interpretação no Mapa da Alma.
Você aprende a observar as emoções, as associações pessoais e os símbolos, para construir interpretações que façam sentido para a sua própria história — e não interpretações genéricas que servem para qualquer pessoa.
Agora eu quero te fazer uma pergunta:
Quando você acorda de um sonho marcante, você costuma lembrar mais da história... ou da emoção que sentiu?
Vou gostar de ler sua resposta nos comentários. 🌙
#SONHOS #INTERPRETACAODESONHOS #PSICANALISE #PSICOLOGIAANALITICA
Uma das perguntas que mais recebo é:
"Como eu começo a interpretar os meus sonhos?"
E a resposta costuma surpreender.
A maioria das pessoas começa tentando descobrir o significado dos símbolos.
Mas, antes disso, existe uma pergunta ainda mais importante:
"O que eu senti durante o sonho?"
Imagine que duas pessoas sonham com um cachorro.
Uma sente medo.
A outra sente alegria.
O símbolo é o mesmo.
A experiência emocional é completamente diferente.
Por isso, na interpretação dos sonhos, a emoção costuma ser um dos primeiros caminhos para compreender a mensagem do inconsciente.
Depois, faça outra pergunta:
"Onde essa mesma emoção está presente na minha vida hoje?"
Essa simples conexão já pode revelar muito mais do que procurar um significado pronto na internet.
É exatamente assim que ensino os primeiros passos da interpretação no Mapa da Alma.
Você aprende a observar as emoções, as associações pessoais e os símbolos, para construir interpretações que façam sentido para a sua própria história — e não interpretações genéricas que servem para qualquer pessoa.
Agora eu quero te fazer uma pergunta:
Quando você acorda de um sonho marcante, você costuma lembrar mais da história... ou da emoção que sentiu?
Vou gostar de ler sua resposta nos comentários. 🌙
#SONHOS #INTERPRETACAODESONHOS #PSICANALISE #PSICOLOGIAANALITICA
Você provavelmente já ouviu que **"Hakuna Matata"** significa viver sem preocupações.
Mas será que essa era mesmo a mensagem do filme?
No *Rei Leão*, Simba só abraça essa filosofia depois de perder o pai. O problema é que, naquele momento, ele não estava em paz. Ele estava fugindo.
E a psicologia nos mostra que fugir da dor pode até aliviar por um tempo, mas também nos afasta de partes importantes de quem somos.
Ao mesmo tempo, viver preso ao passado também não é a resposta.
A verdadeira transformação de Simba acontece quando ele para de fugir, encara sua história e encontra o equilíbrio.
Talvez a maturidade emocional não esteja em nunca sofrer.
Nem em carregar a culpa para sempre.
Mas em aprender a sentir, elaborar a dor e seguir em frente sem que ela defina a sua vida.
💬 Você já percebeu algum momento em que estava apenas dizendo um "Hakuna Matata" para não entrar em contato com o que realmente sentia?
Você provavelmente já ouviu que **"Hakuna Matata"** significa viver sem preocupações.
Mas será que essa era mesmo a mensagem do filme?
No *Rei Leão*, Simba só abraça essa filosofia depois de perder o pai. O problema é que, naquele momento, ele não estava em paz. Ele estava fugindo.
E a psicologia nos mostra que fugir da dor pode até aliviar por um tempo, mas também nos afasta de partes importantes de quem somos.
Ao mesmo tempo, viver preso ao passado também não é a resposta.
A verdadeira transformação de Simba acontece quando ele para de fugir, encara sua história e encontra o equilíbrio.
Talvez a maturidade emocional não esteja em nunca sofrer.
Nem em carregar a culpa para sempre.
Mas em aprender a sentir, elaborar a dor e seguir em frente sem que ela defina a sua vida.
💬 Você já percebeu algum momento em que estava apenas dizendo um "Hakuna Matata" para não entrar em contato com o que realmente sentia?
Quando começamos a trabalhar com sonhos, é natural que nossa atenção seja atraída pelas imagens mais marcantes.
Uma cobra.
Um monstro.
Uma casa.
Um acidente.
Mas, na clínica, tenho percebido que nem sempre o elemento mais chamativo é aquele que melhor organiza a compreensão do sonho.
Em muitos casos, o que oferece direção é o núcleo da experiência.
Por exemplo:
Um paciente sonha com um incêndio.
À primeira vista, o fogo parece ser o elemento principal.
Mas, ao explorar o relato, percebemos que o que mais o mobilizou não foi o incêndio em si.
Foi a sensação de procurar a saída e não conseguir encontrá-la.
Nesse momento, o foco clínico muda.
A pergunta deixa de ser apenas:
"O que o fogo representa?"
E passa a incluir:
"O que significa, para este paciente, viver uma experiência em que não encontra saída?"
Essa mudança costuma ampliar bastante a leitura clínica, porque desloca o olhar do símbolo isolado para a organização da experiência psíquica.
💬 Quero ouvir a experiência de vocês.
Ao trabalhar com sonhos, vocês costumam perceber que o núcleo do sonho coincide com o símbolo mais marcante ou, muitas vezes, ele aparece em outro elemento da narrativa?
#interpretacaodesonhos #psicologiaclinica #psicanalise #psicologiaanalitica
Quando começamos a trabalhar com sonhos, é natural que nossa atenção seja atraída pelas imagens mais marcantes.
Uma cobra.
Um monstro.
Uma casa.
Um acidente.
Mas, na clínica, tenho percebido que nem sempre o elemento mais chamativo é aquele que melhor organiza a compreensão do sonho.
Em muitos casos, o que oferece direção é o núcleo da experiência.
Por exemplo:
Um paciente sonha com um incêndio.
À primeira vista, o fogo parece ser o elemento principal.
Mas, ao explorar o relato, percebemos que o que mais o mobilizou não foi o incêndio em si.
Foi a sensação de procurar a saída e não conseguir encontrá-la.
Nesse momento, o foco clínico muda.
A pergunta deixa de ser apenas:
"O que o fogo representa?"
E passa a incluir:
"O que significa, para este paciente, viver uma experiência em que não encontra saída?"
Essa mudança costuma ampliar bastante a leitura clínica, porque desloca o olhar do símbolo isolado para a organização da experiência psíquica.
💬 Quero ouvir a experiência de vocês.
Ao trabalhar com sonhos, vocês costumam perceber que o núcleo do sonho coincide com o símbolo mais marcante ou, muitas vezes, ele aparece em outro elemento da narrativa?
#interpretacaodesonhos #psicologiaclinica #psicanalise #psicologiaanalitica
Existem comportamentos que, olhando de fora, parecem não fazer sentido.
A pessoa diz que quer um relacionamento saudável, mas escolhe parceiros que a machucam.
Quer mudar de vida, mas adia decisões importantes.
Deseja crescer profissionalmente, mas desiste quando está perto de conseguir.
É comum que isso seja interpretado como falta de força de vontade.
Mas, na clínica, muitas vezes encontramos outra explicação.
Alguns padrões permanecem porque, de alguma forma, também cumprem uma função.
Isso não significa que eles sejam bons.
Significa que, em algum momento da vida, eles ajudaram a pessoa a lidar com uma dor, evitar um medo ou se adaptar a uma realidade difícil.
É por isso que mudar pode ser tão desafiador.
Porque não basta abandonar um comportamento.
É preciso compreender qual necessidade ele estava tentando atender.
Quando entendemos a função de um padrão, deixamos de olhar para ele apenas como um "erro" e começamos a enxergá-lo como uma tentativa — muitas vezes inconsciente — de proteção.
E é justamente essa compreensão que abre espaço para construir formas mais saudáveis de viver.
Agora eu quero te ouvir:
Você já percebeu algum padrão se repetindo na sua vida?
Não precisa contar detalhes, mas me diga: foi em relacionamentos, no trabalho, nas amizades ou na forma como você se trata?
Vou gostar de ler as reflexões de vocês.
#Psicologia #Psicoterapia #Autossabotagem #SaudeMental #Autoconhecimento #Psicanalise #TerapiaDoEsquema #ComportamentoHumano #CrençasCentrais #CompulsaoARepeticao #PsicologiaClinica #Relacionamentos
Existem comportamentos que, olhando de fora, parecem não fazer sentido.
A pessoa diz que quer um relacionamento saudável, mas escolhe parceiros que a machucam.
Quer mudar de vida, mas adia decisões importantes.
Deseja crescer profissionalmente, mas desiste quando está perto de conseguir.
É comum que isso seja interpretado como falta de força de vontade.
Mas, na clínica, muitas vezes encontramos outra explicação.
Alguns padrões permanecem porque, de alguma forma, também cumprem uma função.
Isso não significa que eles sejam bons.
Significa que, em algum momento da vida, eles ajudaram a pessoa a lidar com uma dor, evitar um medo ou se adaptar a uma realidade difícil.
É por isso que mudar pode ser tão desafiador.
Porque não basta abandonar um comportamento.
É preciso compreender qual necessidade ele estava tentando atender.
Quando entendemos a função de um padrão, deixamos de olhar para ele apenas como um "erro" e começamos a enxergá-lo como uma tentativa — muitas vezes inconsciente — de proteção.
E é justamente essa compreensão que abre espaço para construir formas mais saudáveis de viver.
Agora eu quero te ouvir:
Você já percebeu algum padrão se repetindo na sua vida?
Não precisa contar detalhes, mas me diga: foi em relacionamentos, no trabalho, nas amizades ou na forma como você se trata?
Vou gostar de ler as reflexões de vocês.
#Psicologia #Psicoterapia #Autossabotagem #SaudeMental #Autoconhecimento #Psicanalise #TerapiaDoEsquema #ComportamentoHumano #CrençasCentrais #CompulsaoARepeticao #PsicologiaClinica #Relacionamentos
Depois de muitas experiências difíceis, é comum começarmos a tirar conclusões sobre quem somos.
"Eu sempre fracasso."
"Eu não dou sorte."
"Nada dá certo para mim."
O problema é que, quando essas ideias se tornam uma verdade absoluta, elas deixam de ser apenas pensamentos.
Passam a influenciar a forma como vivemos.
Na psicologia, sabemos que a maneira como interpretamos nossas experiências interfere diretamente nas nossas escolhas.
Se eu acredito que vou fracassar, posso deixar de tentar.
Se acredito que nada muda, talvez eu nem perceba as oportunidades que aparecem.
Isso não significa que basta "pensar positivo" para tudo dar certo.
Existem dificuldades reais, desigualdades, perdas e circunstâncias que não dependem apenas da nossa vontade.
Mas também é verdade que as histórias que contamos sobre nós mesmos podem ampliar ou limitar as possibilidades que enxergamos.
Por isso, na terapia, muitas vezes não trabalhamos apenas os acontecimentos.
Trabalhamos os significados que construímos a partir deles.
Porque nem sempre é o fracasso que nos paralisa.
Às vezes, é a conclusão que tiramos sobre nós mesmos depois dele.
Agora eu quero te ouvir.
Existe alguma frase sobre você mesmo que, olhando hoje, você percebe que talvez tenha acreditado por tempo demais?
Vou gostar de ler a sua reflexão nos comentários.
Depois de muitas experiências difíceis, é comum começarmos a tirar conclusões sobre quem somos.
"Eu sempre fracasso."
"Eu não dou sorte."
"Nada dá certo para mim."
O problema é que, quando essas ideias se tornam uma verdade absoluta, elas deixam de ser apenas pensamentos.
Passam a influenciar a forma como vivemos.
Na psicologia, sabemos que a maneira como interpretamos nossas experiências interfere diretamente nas nossas escolhas.
Se eu acredito que vou fracassar, posso deixar de tentar.
Se acredito que nada muda, talvez eu nem perceba as oportunidades que aparecem.
Isso não significa que basta "pensar positivo" para tudo dar certo.
Existem dificuldades reais, desigualdades, perdas e circunstâncias que não dependem apenas da nossa vontade.
Mas também é verdade que as histórias que contamos sobre nós mesmos podem ampliar ou limitar as possibilidades que enxergamos.
Por isso, na terapia, muitas vezes não trabalhamos apenas os acontecimentos.
Trabalhamos os significados que construímos a partir deles.
Porque nem sempre é o fracasso que nos paralisa.
Às vezes, é a conclusão que tiramos sobre nós mesmos depois dele.
Agora eu quero te ouvir.
Existe alguma frase sobre você mesmo que, olhando hoje, você percebe que talvez tenha acreditado por tempo demais?
Vou gostar de ler a sua reflexão nos comentários.
A maioria das formações fala sobre sonhos.
Fala sobre Freud.
Fala sobre Jung.
Fala sobre símbolos.
Fala sobre inconsciente.
Fala sobre imagens oníricas.
Mas, na prática clínica, muitos profissionais continuam com uma dúvida muito concreta:
“O que eu faço quando o paciente conta um sonho na sessão?”
Porque saber que o sonho é importante não é a mesma coisa que saber conduzir esse material clinicamente.
O terapeuta precisa saber como receber o sonho sem contaminar o relato, como encontrar o núcleo clínico, como conduzir associações, como integrar símbolo, afeto e história, como construir uma devolutiva cuidadosa e como transformar esse conteúdo em intervenção.
Foi para preencher essa lacuna que eu criei o curso Interpretação de Sonhos na Prática Clínica.
Um curso para psicólogos, psicanalistas e terapeutas que querem sair da interpretação solta e aprender um método prático, integrando Freud e Jung, para trabalhar sonhos dentro da sessão com mais segurança, profundidade e direção clínica.
Não é sobre decorar significados prontos.
É sobre aprender a conduzir o sonho como material vivo do processo terapêutico.
Se você quer aprender esse caminho, conheça o curso pelo link da bio.
@espacoredescobriroficial
#interpretaçãodesonhos #psicologiaclinica #psicanaliseclinica #psicologiaanalitica #freudejung #sonhosnaclinica #inconsciente #formacaoclinica #terapeutas #clinicapsicologica
A maioria das formações fala sobre sonhos.
Fala sobre Freud.
Fala sobre Jung.
Fala sobre símbolos.
Fala sobre inconsciente.
Fala sobre imagens oníricas.
Mas, na prática clínica, muitos profissionais continuam com uma dúvida muito concreta:
“O que eu faço quando o paciente conta um sonho na sessão?”
Porque saber que o sonho é importante não é a mesma coisa que saber conduzir esse material clinicamente.
O terapeuta precisa saber como receber o sonho sem contaminar o relato, como encontrar o núcleo clínico, como conduzir associações, como integrar símbolo, afeto e história, como construir uma devolutiva cuidadosa e como transformar esse conteúdo em intervenção.
Foi para preencher essa lacuna que eu criei o curso Interpretação de Sonhos na Prática Clínica.
Um curso para psicólogos, psicanalistas e terapeutas que querem sair da interpretação solta e aprender um método prático, integrando Freud e Jung, para trabalhar sonhos dentro da sessão com mais segurança, profundidade e direção clínica.
Não é sobre decorar significados prontos.
É sobre aprender a conduzir o sonho como material vivo do processo terapêutico.
Se você quer aprender esse caminho, conheça o curso pelo link da bio.
@espacoredescobriroficial
#interpretaçãodesonhos #psicologiaclinica #psicanaliseclinica #psicologiaanalitica #freudejung #sonhosnaclinica #inconsciente #formacaoclinica #terapeutas #clinicapsicologica
video @bduck_aigc
O que mais machuca, muitas vezes, não é estar sozinho.
É sentir que ninguém percebe a sua existência.
Todos nós precisamos de vínculos.
Precisamos sentir que alguém lembra da nossa presença, celebra as nossas conquistas, se importa com a nossa dor.
Quando essa necessidade não é atendida por muito tempo, é comum surgirem sentimentos de inadequação, rejeição ou a impressão de que somos menos importantes do que os outros.
Mas uma experiência de cuidado pode mudar muita coisa.
Às vezes, basta uma pessoa que realmente nos enxergue para que a forma como nos percebemos também comece a mudar.
É por isso que relações saudáveis têm um efeito tão profundo sobre a nossa saúde emocional.
Elas não apagam as feridas do passado.
Mas podem oferecer uma experiência diferente daquelas que nos machucaram.
No fim, esse vídeo não fala apenas sobre um aniversário.
Fala sobre algo que todos nós carregamos, em maior ou menor intensidade:
o desejo de sermos vistos, lembrados e de saber que a nossa existência importa para alguém. 🤍
Se esse texto fez alguém vir à sua mente, compartilhe com essa pessoa. Às vezes, a melhor forma de dizer "você é importante para mim" é fazer com que ela saiba disso.
video @bduck_aigc
O que mais machuca, muitas vezes, não é estar sozinho.
É sentir que ninguém percebe a sua existência.
Todos nós precisamos de vínculos.
Precisamos sentir que alguém lembra da nossa presença, celebra as nossas conquistas, se importa com a nossa dor.
Quando essa necessidade não é atendida por muito tempo, é comum surgirem sentimentos de inadequação, rejeição ou a impressão de que somos menos importantes do que os outros.
Mas uma experiência de cuidado pode mudar muita coisa.
Às vezes, basta uma pessoa que realmente nos enxergue para que a forma como nos percebemos também comece a mudar.
É por isso que relações saudáveis têm um efeito tão profundo sobre a nossa saúde emocional.
Elas não apagam as feridas do passado.
Mas podem oferecer uma experiência diferente daquelas que nos machucaram.
No fim, esse vídeo não fala apenas sobre um aniversário.
Fala sobre algo que todos nós carregamos, em maior ou menor intensidade:
o desejo de sermos vistos, lembrados e de saber que a nossa existência importa para alguém. 🤍
Se esse texto fez alguém vir à sua mente, compartilhe com essa pessoa. Às vezes, a melhor forma de dizer "você é importante para mim" é fazer com que ela saiba disso.
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