O QUE É?

Método único aonde se une técnicas de hipnose, pnl, reprocessamento generativo, EFT, inteligência emocional , para tratar a pessoa como um todo de forma rápida e objetiva.

OBJETIVO

Ajudar a pessoa a se libertar de seus problemas emocionais de forma rápida
Reestruturar o psiquismo para que consiga lidar com as questões do dia a dia de forma leve e assertiva.

Preparado para alcançar uma qualidade de vida?

Conheça o método exclusivo Wanessa Ugliara. Método único onde se une técnicas de hipnose, pnl, reprocessamento generativo, EFT, inteligência emocional , para tratar a pessoa como um todo de forma rápida e objetiva.

Ajudar a pessoa a se libertar de seus problemas emocionais de forma rápida

Reestruturar o psiquismo para que consiga lidar com as questões do dia a dia de forma leve e assertiva

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Depois de muitas experiências difíceis, é comum começarmos a tirar conclusões sobre quem somos.

"Eu sempre fracasso."

"Eu não dou sorte."

"Nada dá certo para mim."

O problema é que, quando essas ideias se tornam uma verdade absoluta, elas deixam de ser apenas pensamentos.

Passam a influenciar a forma como vivemos.

Na psicologia, sabemos que a maneira como interpretamos nossas experiências interfere diretamente nas nossas escolhas.

Se eu acredito que vou fracassar, posso deixar de tentar.

Se acredito que nada muda, talvez eu nem perceba as oportunidades que aparecem.

Isso não significa que basta "pensar positivo" para tudo dar certo.

Existem dificuldades reais, desigualdades, perdas e circunstâncias que não dependem apenas da nossa vontade.

Mas também é verdade que as histórias que contamos sobre nós mesmos podem ampliar ou limitar as possibilidades que enxergamos.

Por isso, na terapia, muitas vezes não trabalhamos apenas os acontecimentos.

Trabalhamos os significados que construímos a partir deles.

Porque nem sempre é o fracasso que nos paralisa.

Às vezes, é a conclusão que tiramos sobre nós mesmos depois dele.

Agora eu quero te ouvir.

Existe alguma frase sobre você mesmo que, olhando hoje, você percebe que talvez tenha acreditado por tempo demais?

Vou gostar de ler a sua reflexão nos comentários.

Depois de muitas experiências difíceis, é comum começarmos a tirar conclusões sobre quem somos.

"Eu sempre fracasso."

"Eu não dou sorte."

"Nada dá certo para mim."

O problema é que, quando essas ideias se tornam uma verdade absoluta, elas deixam de ser apenas pensamentos.

Passam a influenciar a forma como vivemos.

Na psicologia, sabemos que a maneira como interpretamos nossas experiências interfere diretamente nas nossas escolhas.

Se eu acredito que vou fracassar, posso deixar de tentar.

Se acredito que nada muda, talvez eu nem perceba as oportunidades que aparecem.

Isso não significa que basta "pensar positivo" para tudo dar certo.

Existem dificuldades reais, desigualdades, perdas e circunstâncias que não dependem apenas da nossa vontade.

Mas também é verdade que as histórias que contamos sobre nós mesmos podem ampliar ou limitar as possibilidades que enxergamos.

Por isso, na terapia, muitas vezes não trabalhamos apenas os acontecimentos.

Trabalhamos os significados que construímos a partir deles.

Porque nem sempre é o fracasso que nos paralisa.

Às vezes, é a conclusão que tiramos sobre nós mesmos depois dele.

Agora eu quero te ouvir.

Existe alguma frase sobre você mesmo que, olhando hoje, você percebe que talvez tenha acreditado por tempo demais?

Vou gostar de ler a sua reflexão nos comentários.
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A maioria das formações fala sobre sonhos.

Fala sobre Freud.
Fala sobre Jung.
Fala sobre símbolos.
Fala sobre inconsciente.
Fala sobre imagens oníricas.

Mas, na prática clínica, muitos profissionais continuam com uma dúvida muito concreta:

“O que eu faço quando o paciente conta um sonho na sessão?”

Porque saber que o sonho é importante não é a mesma coisa que saber conduzir esse material clinicamente.

O terapeuta precisa saber como receber o sonho sem contaminar o relato, como encontrar o núcleo clínico, como conduzir associações, como integrar símbolo, afeto e história, como construir uma devolutiva cuidadosa e como transformar esse conteúdo em intervenção.

Foi para preencher essa lacuna que eu criei o curso Interpretação de Sonhos na Prática Clínica.

Um curso para psicólogos, psicanalistas e terapeutas que querem sair da interpretação solta e aprender um método prático, integrando Freud e Jung, para trabalhar sonhos dentro da sessão com mais segurança, profundidade e direção clínica.

Não é sobre decorar significados prontos.

É sobre aprender a conduzir o sonho como material vivo do processo terapêutico.

Se você quer aprender esse caminho, conheça o curso pelo link da bio.

@‌espacoredescobriroficial

#interpretaçãodesonhos #psicologiaclinica #psicanaliseclinica #psicologiaanalitica #freudejung #sonhosnaclinica #inconsciente #formacaoclinica #terapeutas #clinicapsicologica

A maioria das formações fala sobre sonhos.

Fala sobre Freud.
Fala sobre Jung.
Fala sobre símbolos.
Fala sobre inconsciente.
Fala sobre imagens oníricas.

Mas, na prática clínica, muitos profissionais continuam com uma dúvida muito concreta:

“O que eu faço quando o paciente conta um sonho na sessão?”

Porque saber que o sonho é importante não é a mesma coisa que saber conduzir esse material clinicamente.

O terapeuta precisa saber como receber o sonho sem contaminar o relato, como encontrar o núcleo clínico, como conduzir associações, como integrar símbolo, afeto e história, como construir uma devolutiva cuidadosa e como transformar esse conteúdo em intervenção.

Foi para preencher essa lacuna que eu criei o curso Interpretação de Sonhos na Prática Clínica.

Um curso para psicólogos, psicanalistas e terapeutas que querem sair da interpretação solta e aprender um método prático, integrando Freud e Jung, para trabalhar sonhos dentro da sessão com mais segurança, profundidade e direção clínica.

Não é sobre decorar significados prontos.

É sobre aprender a conduzir o sonho como material vivo do processo terapêutico.

Se você quer aprender esse caminho, conheça o curso pelo link da bio.

@‌espacoredescobriroficial

#interpretaçãodesonhos #psicologiaclinica #psicanaliseclinica #psicologiaanalitica #freudejung #sonhosnaclinica #inconsciente #formacaoclinica #terapeutas #clinicapsicologica
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video @bduck_aigc

O que mais machuca, muitas vezes, não é estar sozinho.

É sentir que ninguém percebe a sua existência.

Todos nós precisamos de vínculos.

Precisamos sentir que alguém lembra da nossa presença, celebra as nossas conquistas, se importa com a nossa dor.

Quando essa necessidade não é atendida por muito tempo, é comum surgirem sentimentos de inadequação, rejeição ou a impressão de que somos menos importantes do que os outros.

Mas uma experiência de cuidado pode mudar muita coisa.

Às vezes, basta uma pessoa que realmente nos enxergue para que a forma como nos percebemos também comece a mudar.

É por isso que relações saudáveis têm um efeito tão profundo sobre a nossa saúde emocional.

Elas não apagam as feridas do passado.

Mas podem oferecer uma experiência diferente daquelas que nos machucaram.

No fim, esse vídeo não fala apenas sobre um aniversário.

Fala sobre algo que todos nós carregamos, em maior ou menor intensidade:

o desejo de sermos vistos, lembrados e de saber que a nossa existência importa para alguém. 🤍

Se esse texto fez alguém vir à sua mente, compartilhe com essa pessoa. Às vezes, a melhor forma de dizer "você é importante para mim" é fazer com que ela saiba disso.

video @bduck_aigc

O que mais machuca, muitas vezes, não é estar sozinho.

É sentir que ninguém percebe a sua existência.

Todos nós precisamos de vínculos.

Precisamos sentir que alguém lembra da nossa presença, celebra as nossas conquistas, se importa com a nossa dor.

Quando essa necessidade não é atendida por muito tempo, é comum surgirem sentimentos de inadequação, rejeição ou a impressão de que somos menos importantes do que os outros.

Mas uma experiência de cuidado pode mudar muita coisa.

Às vezes, basta uma pessoa que realmente nos enxergue para que a forma como nos percebemos também comece a mudar.

É por isso que relações saudáveis têm um efeito tão profundo sobre a nossa saúde emocional.

Elas não apagam as feridas do passado.

Mas podem oferecer uma experiência diferente daquelas que nos machucaram.

No fim, esse vídeo não fala apenas sobre um aniversário.

Fala sobre algo que todos nós carregamos, em maior ou menor intensidade:

o desejo de sermos vistos, lembrados e de saber que a nossa existência importa para alguém. 🤍

Se esse texto fez alguém vir à sua mente, compartilhe com essa pessoa. Às vezes, a melhor forma de dizer "você é importante para mim" é fazer com que ela saiba disso.
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Nem sempre a emoção que aparece é a emoção que começou a história.

Às vezes, o ódio protege uma dor mais profunda.

A raiva pode funcionar como uma defesa contra a sensação de abandono.

O desprezo pode esconder uma necessidade de reconhecimento.

A indiferença pode surgir depois de muitas tentativas frustradas de ser visto, ouvido ou amado.

Mas existe outro movimento que também acontece com frequência.

Às vezes, para suportar uma ausência ou uma grande decepção, a mente não apenas afasta alguém...

Ela também idealiza outra pessoa.

A superadmiração pode funcionar como uma forma de preservar a sensação de segurança.

Quando uma figura importante falha, a psique pode se apoiar na imagem de outra, tornando-a quase perfeita. Não porque essa pessoa realmente seja perfeita, mas porque essa idealização ajuda a suportar uma dor que ainda parece difícil de enfrentar.

Isso não significa que toda raiva esconda abandono ou que toda admiração seja uma defesa.

Cada história é única e precisa ser compreendida dentro da trajetória de cada pessoa.

Mas, em psicoterapia, uma das perguntas que fazemos é:

"O que essa emoção — ou essa idealização — está tentando proteger?"

Porque, muitas vezes, tanto o ódio quanto a admiração exagerada cumprem a mesma função: proteger uma parte de nós que ainda se sente muito vulnerável.

Quando conseguimos compreender o que está por trás dessas defesas, deixamos de lutar apenas contra aquilo que sentimos e começamos a cuidar da ferida que sustenta esses movimentos.

É nesse espaço que a mudança pode começar.

💬 Agora eu quero te ouvir:

Você já percebeu que, às vezes, uma emoção muito intensa — seja de rejeição ou de admiração — pode esconder necessidades mais profundas?

Compartilhe sua reflexão nos comentários.

#psicanáliseonline #psicánalise #psicologia #autoconhecimento #terapia

Nem sempre a emoção que aparece é a emoção que começou a história.

Às vezes, o ódio protege uma dor mais profunda.

A raiva pode funcionar como uma defesa contra a sensação de abandono.

O desprezo pode esconder uma necessidade de reconhecimento.

A indiferença pode surgir depois de muitas tentativas frustradas de ser visto, ouvido ou amado.

Mas existe outro movimento que também acontece com frequência.

Às vezes, para suportar uma ausência ou uma grande decepção, a mente não apenas afasta alguém...

Ela também idealiza outra pessoa.

A superadmiração pode funcionar como uma forma de preservar a sensação de segurança.

Quando uma figura importante falha, a psique pode se apoiar na imagem de outra, tornando-a quase perfeita. Não porque essa pessoa realmente seja perfeita, mas porque essa idealização ajuda a suportar uma dor que ainda parece difícil de enfrentar.

Isso não significa que toda raiva esconda abandono ou que toda admiração seja uma defesa.

Cada história é única e precisa ser compreendida dentro da trajetória de cada pessoa.

Mas, em psicoterapia, uma das perguntas que fazemos é:

"O que essa emoção — ou essa idealização — está tentando proteger?"

Porque, muitas vezes, tanto o ódio quanto a admiração exagerada cumprem a mesma função: proteger uma parte de nós que ainda se sente muito vulnerável.

Quando conseguimos compreender o que está por trás dessas defesas, deixamos de lutar apenas contra aquilo que sentimos e começamos a cuidar da ferida que sustenta esses movimentos.

É nesse espaço que a mudança pode começar.

💬 Agora eu quero te ouvir:

Você já percebeu que, às vezes, uma emoção muito intensa — seja de rejeição ou de admiração — pode esconder necessidades mais profundas?

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#psicanáliseonline #psicánalise #psicologia #autoconhecimento #terapia
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Acordar de um sonho com o ex-namorado e olhar para o atual parceiro com sentimento de culpa é mais comum do que você imagina. Mas acalme o seu coração: o significado quase nunca é o que você pensa. 🧠✨

Como mostrei no vídeo, a nossa mente usa metáforas visuais. Para a psicologia profunda, as pessoas que aparecem nos nossos sonhos geralmente representam aspectos de nós mesmos.

Se o seu ex simbolizava uma época em que você era mais livre, ousada, romântica ou até mais segura de si, sonhar com ele é apenas o seu inconsciente dizendo: "Ei, você está sentindo falta dessa sua versão aqui no seu momento atual".

Não é sobre a pessoa dele hoje. É sobre o que ele representa na sua história.

Aprender a fazer as perguntas certas transforma uma noite confusa em um mapa claro para o seu crescimento pessoal.

No meu curso Mapa da Alma, eu te entrego o método prático para decifrar esses personagens que aparecem à noite e entender o que a sua mente está tentando te comunicar de verdade.

🔗 Chega de quebrar a cabeça tentando adivinhar. O link para se inscrever está na minha bio. Toque lá e mude a sua forma de olhar para as suas noites!

#sonhos #autoanalise #psicologia #autoconhecimento #sonharcomex #relacionamentos #psicanalise #psicologiaanalitica #saudemental #insight

Acordar de um sonho com o ex-namorado e olhar para o atual parceiro com sentimento de culpa é mais comum do que você imagina. Mas acalme o seu coração: o significado quase nunca é o que você pensa. 🧠✨

Como mostrei no vídeo, a nossa mente usa metáforas visuais. Para a psicologia profunda, as pessoas que aparecem nos nossos sonhos geralmente representam aspectos de nós mesmos.

Se o seu ex simbolizava uma época em que você era mais livre, ousada, romântica ou até mais segura de si, sonhar com ele é apenas o seu inconsciente dizendo: "Ei, você está sentindo falta dessa sua versão aqui no seu momento atual".

Não é sobre a pessoa dele hoje. É sobre o que ele representa na sua história.

Aprender a fazer as perguntas certas transforma uma noite confusa em um mapa claro para o seu crescimento pessoal.

No meu curso Mapa da Alma, eu te entrego o método prático para decifrar esses personagens que aparecem à noite e entender o que a sua mente está tentando te comunicar de verdade.

🔗 Chega de quebrar a cabeça tentando adivinhar. O link para se inscrever está na minha bio. Toque lá e mude a sua forma de olhar para as suas noites!

#sonhos #autoanalise #psicologia #autoconhecimento #sonharcomex #relacionamentos #psicanalise #psicologiaanalitica #saudemental #insight
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É comum ouvirmos que precisamos "viver o presente".

Mas poucas pessoas falam sobre o que nos impede de fazer isso.

Quando passamos muito tempo presos ao passado, nossa mente tenta entender o que aconteceu, o que poderia ter sido diferente ou como poderíamos ter evitado determinada dor.

Quando ficamos excessivamente voltados para o futuro, tentamos antecipar problemas, controlar o que ainda não aconteceu e encontrar certezas onde elas não existem.

Em ambos os casos, acabamos nos afastando do único momento em que a vida realmente acontece: o agora.

Isso não significa que lembrar do passado ou pensar no futuro seja um problema.

Pelo contrário. Essas são capacidades importantes da mente humana.

O sofrimento aparece quando ficamos presos nesses movimentos e perdemos a possibilidade de estar presentes naquilo que estamos vivendo
.
Na terapia, muitas vezes o trabalho não é fazer a pessoa esquecer o passado ou parar de pensar no futuro.

É ajudá-la a construir uma relação mais saudável com ambos, para que eles deixem de impedir a experiência do presente.

Agora eu quero te ouvir:
Você percebe que a sua mente costuma ficar mais presa ao passado ou mais preocupada com o futuro?
Talvez reconhecer esse padrão já seja um primeiro passo para compreendê-lo melhor.

É comum ouvirmos que precisamos "viver o presente".

Mas poucas pessoas falam sobre o que nos impede de fazer isso.

Quando passamos muito tempo presos ao passado, nossa mente tenta entender o que aconteceu, o que poderia ter sido diferente ou como poderíamos ter evitado determinada dor.

Quando ficamos excessivamente voltados para o futuro, tentamos antecipar problemas, controlar o que ainda não aconteceu e encontrar certezas onde elas não existem.

Em ambos os casos, acabamos nos afastando do único momento em que a vida realmente acontece: o agora.

Isso não significa que lembrar do passado ou pensar no futuro seja um problema.

Pelo contrário. Essas são capacidades importantes da mente humana.

O sofrimento aparece quando ficamos presos nesses movimentos e perdemos a possibilidade de estar presentes naquilo que estamos vivendo
.
Na terapia, muitas vezes o trabalho não é fazer a pessoa esquecer o passado ou parar de pensar no futuro.

É ajudá-la a construir uma relação mais saudável com ambos, para que eles deixem de impedir a experiência do presente.

Agora eu quero te ouvir:
Você percebe que a sua mente costuma ficar mais presa ao passado ou mais preocupada com o futuro?
Talvez reconhecer esse padrão já seja um primeiro passo para compreendê-lo melhor.
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