COMO FUNCIONA?
Descubra mais sobre o método
O QUE É?
Método único aonde se une técnicas de hipnose, pnl, reprocessamento generativo, EFT, inteligência emocional , para tratar a pessoa como um todo de forma rápida e objetiva.
OBJETIVO
Ajudar a pessoa a se libertar de seus problemas emocionais de forma rápida
Reestruturar o psiquismo para que consiga lidar com as questões do dia a dia de forma leve e assertiva.

Preparado para alcançar uma qualidade de vida?
Conheça o método exclusivo Wanessa Ugliara. Método único onde se une técnicas de hipnose, pnl, reprocessamento generativo, EFT, inteligência emocional , para tratar a pessoa como um todo de forma rápida e objetiva.
Ajudar a pessoa a se libertar de seus problemas emocionais de forma rápida
Reestruturar o psiquismo para que consiga lidar com as questões do dia a dia de forma leve e assertiva
Desenvolver habilidade de auto gerenciamento emocional
COMO INICIO MINHA JORNADA?
Passo a Passo
AVALIAÇÃO
TRATAMENTO
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Nem sempre a emoção que aparece é a emoção que começou a história.
Às vezes, o ódio protege uma dor mais profunda.
A raiva pode funcionar como uma defesa contra a sensação de abandono.
O desprezo pode esconder uma necessidade de reconhecimento.
A indiferença pode surgir depois de muitas tentativas frustradas de ser visto, ouvido ou amado.
Mas existe outro movimento que também acontece com frequência.
Às vezes, para suportar uma ausência ou uma grande decepção, a mente não apenas afasta alguém...
Ela também idealiza outra pessoa.
A superadmiração pode funcionar como uma forma de preservar a sensação de segurança.
Quando uma figura importante falha, a psique pode se apoiar na imagem de outra, tornando-a quase perfeita. Não porque essa pessoa realmente seja perfeita, mas porque essa idealização ajuda a suportar uma dor que ainda parece difícil de enfrentar.
Isso não significa que toda raiva esconda abandono ou que toda admiração seja uma defesa.
Cada história é única e precisa ser compreendida dentro da trajetória de cada pessoa.
Mas, em psicoterapia, uma das perguntas que fazemos é:
"O que essa emoção — ou essa idealização — está tentando proteger?"
Porque, muitas vezes, tanto o ódio quanto a admiração exagerada cumprem a mesma função: proteger uma parte de nós que ainda se sente muito vulnerável.
Quando conseguimos compreender o que está por trás dessas defesas, deixamos de lutar apenas contra aquilo que sentimos e começamos a cuidar da ferida que sustenta esses movimentos.
É nesse espaço que a mudança pode começar.
💬 Agora eu quero te ouvir:
Você já percebeu que, às vezes, uma emoção muito intensa — seja de rejeição ou de admiração — pode esconder necessidades mais profundas?
Compartilhe sua reflexão nos comentários.
#psicanáliseonline #psicánalise #psicologia #autoconhecimento #terapia
Nem sempre a emoção que aparece é a emoção que começou a história.
Às vezes, o ódio protege uma dor mais profunda.
A raiva pode funcionar como uma defesa contra a sensação de abandono.
O desprezo pode esconder uma necessidade de reconhecimento.
A indiferença pode surgir depois de muitas tentativas frustradas de ser visto, ouvido ou amado.
Mas existe outro movimento que também acontece com frequência.
Às vezes, para suportar uma ausência ou uma grande decepção, a mente não apenas afasta alguém...
Ela também idealiza outra pessoa.
A superadmiração pode funcionar como uma forma de preservar a sensação de segurança.
Quando uma figura importante falha, a psique pode se apoiar na imagem de outra, tornando-a quase perfeita. Não porque essa pessoa realmente seja perfeita, mas porque essa idealização ajuda a suportar uma dor que ainda parece difícil de enfrentar.
Isso não significa que toda raiva esconda abandono ou que toda admiração seja uma defesa.
Cada história é única e precisa ser compreendida dentro da trajetória de cada pessoa.
Mas, em psicoterapia, uma das perguntas que fazemos é:
"O que essa emoção — ou essa idealização — está tentando proteger?"
Porque, muitas vezes, tanto o ódio quanto a admiração exagerada cumprem a mesma função: proteger uma parte de nós que ainda se sente muito vulnerável.
Quando conseguimos compreender o que está por trás dessas defesas, deixamos de lutar apenas contra aquilo que sentimos e começamos a cuidar da ferida que sustenta esses movimentos.
É nesse espaço que a mudança pode começar.
💬 Agora eu quero te ouvir:
Você já percebeu que, às vezes, uma emoção muito intensa — seja de rejeição ou de admiração — pode esconder necessidades mais profundas?
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#psicanáliseonline #psicánalise #psicologia #autoconhecimento #terapia
Você já percebeu que, às vezes, a culpa aparece antes mesmo da reação da outra pessoa?
Basta pensar em dizer "não", colocar um limite ou priorizar uma necessidade sua para que o desconforto já comece.
Isso acontece porque a culpa nem sempre é um sinal de que estamos fazendo algo errado.
Muitas vezes, ela é um sinal de que estamos fazendo algo diferente.
Quando crescemos aprendendo que agradar era uma forma de manter o vínculo, evitar conflitos ou receber aprovação, nosso cérebro passa a associar limites a um risco de perda.
Por isso, mesmo diante de pessoas respeitosas, é comum sentir culpa ao começar a se posicionar.
A culpa aparece porque um padrão antigo foi ativado.
Não porque o limite foi injusto.
É importante lembrar que colocar um limite não significa deixar de se importar com o outro.
Significa reconhecer que um relacionamento saudável precisa considerar as necessidades de ambos.
Nem toda frustração que o outro sente foi causada por um erro seu.
Às vezes, ela apenas mostra que duas pessoas desejavam coisas diferentes.
E isso faz parte de qualquer relação madura.
Aprender a sustentar esse desconforto é um processo.
No começo, a culpa pode continuar aparecendo.
Mas, com o tempo, o cérebro aprende que é possível dizer "não" sem perder o vínculo, sem deixar de ser uma boa pessoa e sem precisar carregar o peso de agradar o tempo todo.
💬 Agora eu quero te ouvir:
Quando você coloca um limite, o que costuma ser mais difícil?
Sentir culpa?
Lidar com a reação da outra pessoa?
Ou até perceber que você tem o direito de dizer "não"?
Compartilhe sua reflexão nos comentários. Muitas pessoas vivem esse mesmo conflito e podem se sentir acolhidas ao perceber que não estão sozinhas.
#psicánalise #psicologia #psicanalise #psicología #psicanáliseonline #psicanálise #psicologiacliníca #autoconhecimento #autoconhecimentoévida
Você já percebeu que, às vezes, a culpa aparece antes mesmo da reação da outra pessoa?
Basta pensar em dizer "não", colocar um limite ou priorizar uma necessidade sua para que o desconforto já comece.
Isso acontece porque a culpa nem sempre é um sinal de que estamos fazendo algo errado.
Muitas vezes, ela é um sinal de que estamos fazendo algo diferente.
Quando crescemos aprendendo que agradar era uma forma de manter o vínculo, evitar conflitos ou receber aprovação, nosso cérebro passa a associar limites a um risco de perda.
Por isso, mesmo diante de pessoas respeitosas, é comum sentir culpa ao começar a se posicionar.
A culpa aparece porque um padrão antigo foi ativado.
Não porque o limite foi injusto.
É importante lembrar que colocar um limite não significa deixar de se importar com o outro.
Significa reconhecer que um relacionamento saudável precisa considerar as necessidades de ambos.
Nem toda frustração que o outro sente foi causada por um erro seu.
Às vezes, ela apenas mostra que duas pessoas desejavam coisas diferentes.
E isso faz parte de qualquer relação madura.
Aprender a sustentar esse desconforto é um processo.
No começo, a culpa pode continuar aparecendo.
Mas, com o tempo, o cérebro aprende que é possível dizer "não" sem perder o vínculo, sem deixar de ser uma boa pessoa e sem precisar carregar o peso de agradar o tempo todo.
💬 Agora eu quero te ouvir:
Quando você coloca um limite, o que costuma ser mais difícil?
Sentir culpa?
Lidar com a reação da outra pessoa?
Ou até perceber que você tem o direito de dizer "não"?
Compartilhe sua reflexão nos comentários. Muitas pessoas vivem esse mesmo conflito e podem se sentir acolhidas ao perceber que não estão sozinhas.
#psicánalise #psicologia #psicanalise #psicología #psicanáliseonline #psicanálise #psicologiacliníca #autoconhecimento #autoconhecimentoévida
Acordar de um sonho com o ex-namorado e olhar para o atual parceiro com sentimento de culpa é mais comum do que você imagina. Mas acalme o seu coração: o significado quase nunca é o que você pensa. 🧠✨
Como mostrei no vídeo, a nossa mente usa metáforas visuais. Para a psicologia profunda, as pessoas que aparecem nos nossos sonhos geralmente representam aspectos de nós mesmos.
Se o seu ex simbolizava uma época em que você era mais livre, ousada, romântica ou até mais segura de si, sonhar com ele é apenas o seu inconsciente dizendo: "Ei, você está sentindo falta dessa sua versão aqui no seu momento atual".
Não é sobre a pessoa dele hoje. É sobre o que ele representa na sua história.
Aprender a fazer as perguntas certas transforma uma noite confusa em um mapa claro para o seu crescimento pessoal.
No meu curso Mapa da Alma, eu te entrego o método prático para decifrar esses personagens que aparecem à noite e entender o que a sua mente está tentando te comunicar de verdade.
🔗 Chega de quebrar a cabeça tentando adivinhar. O link para se inscrever está na minha bio. Toque lá e mude a sua forma de olhar para as suas noites!
#sonhos #autoanalise #psicologia #autoconhecimento #sonharcomex #relacionamentos #psicanalise #psicologiaanalitica #saudemental #insight
Acordar de um sonho com o ex-namorado e olhar para o atual parceiro com sentimento de culpa é mais comum do que você imagina. Mas acalme o seu coração: o significado quase nunca é o que você pensa. 🧠✨
Como mostrei no vídeo, a nossa mente usa metáforas visuais. Para a psicologia profunda, as pessoas que aparecem nos nossos sonhos geralmente representam aspectos de nós mesmos.
Se o seu ex simbolizava uma época em que você era mais livre, ousada, romântica ou até mais segura de si, sonhar com ele é apenas o seu inconsciente dizendo: "Ei, você está sentindo falta dessa sua versão aqui no seu momento atual".
Não é sobre a pessoa dele hoje. É sobre o que ele representa na sua história.
Aprender a fazer as perguntas certas transforma uma noite confusa em um mapa claro para o seu crescimento pessoal.
No meu curso Mapa da Alma, eu te entrego o método prático para decifrar esses personagens que aparecem à noite e entender o que a sua mente está tentando te comunicar de verdade.
🔗 Chega de quebrar a cabeça tentando adivinhar. O link para se inscrever está na minha bio. Toque lá e mude a sua forma de olhar para as suas noites!
#sonhos #autoanalise #psicologia #autoconhecimento #sonharcomex #relacionamentos #psicanalise #psicologiaanalitica #saudemental #insight
É comum ouvirmos que precisamos "viver o presente".
Mas poucas pessoas falam sobre o que nos impede de fazer isso.
Quando passamos muito tempo presos ao passado, nossa mente tenta entender o que aconteceu, o que poderia ter sido diferente ou como poderíamos ter evitado determinada dor.
Quando ficamos excessivamente voltados para o futuro, tentamos antecipar problemas, controlar o que ainda não aconteceu e encontrar certezas onde elas não existem.
Em ambos os casos, acabamos nos afastando do único momento em que a vida realmente acontece: o agora.
Isso não significa que lembrar do passado ou pensar no futuro seja um problema.
Pelo contrário. Essas são capacidades importantes da mente humana.
O sofrimento aparece quando ficamos presos nesses movimentos e perdemos a possibilidade de estar presentes naquilo que estamos vivendo
.
Na terapia, muitas vezes o trabalho não é fazer a pessoa esquecer o passado ou parar de pensar no futuro.
É ajudá-la a construir uma relação mais saudável com ambos, para que eles deixem de impedir a experiência do presente.
Agora eu quero te ouvir:
Você percebe que a sua mente costuma ficar mais presa ao passado ou mais preocupada com o futuro?
Talvez reconhecer esse padrão já seja um primeiro passo para compreendê-lo melhor.
É comum ouvirmos que precisamos "viver o presente".
Mas poucas pessoas falam sobre o que nos impede de fazer isso.
Quando passamos muito tempo presos ao passado, nossa mente tenta entender o que aconteceu, o que poderia ter sido diferente ou como poderíamos ter evitado determinada dor.
Quando ficamos excessivamente voltados para o futuro, tentamos antecipar problemas, controlar o que ainda não aconteceu e encontrar certezas onde elas não existem.
Em ambos os casos, acabamos nos afastando do único momento em que a vida realmente acontece: o agora.
Isso não significa que lembrar do passado ou pensar no futuro seja um problema.
Pelo contrário. Essas são capacidades importantes da mente humana.
O sofrimento aparece quando ficamos presos nesses movimentos e perdemos a possibilidade de estar presentes naquilo que estamos vivendo
.
Na terapia, muitas vezes o trabalho não é fazer a pessoa esquecer o passado ou parar de pensar no futuro.
É ajudá-la a construir uma relação mais saudável com ambos, para que eles deixem de impedir a experiência do presente.
Agora eu quero te ouvir:
Você percebe que a sua mente costuma ficar mais presa ao passado ou mais preocupada com o futuro?
Talvez reconhecer esse padrão já seja um primeiro passo para compreendê-lo melhor.
Em qual extremo você tem vivido ?
#psicología #psicologia #mitodeicaro #mitodeícaro #mitos #reflexãopsicológica #reflexãopsicologica #reflexaopsicologica
Em qual extremo você tem vivido ?
#psicología #psicologia #mitodeicaro #mitodeícaro #mitos #reflexãopsicológica #reflexãopsicologica #reflexaopsicologica
O sintoma, na psicanálise, não é entendido apenas como um fenômeno a ser eliminado, mas como uma formação de compromisso.
Isso significa que ele pode surgir como resultado de um conflito psíquico inconsciente entre desejos, impulsos ou conteúdos recalcados e as defesas que se opõem à sua expressão direta.
O sintoma, portanto, não é aleatório: ele expressa algo do conflito, mas o faz de forma disfarçada, permitindo uma satisfação substitutiva ao mesmo tempo em que mantém o conteúdo fora da consciência.
Além disso, em muitos casos, também estão presentes os chamados ganhos secundários.
Ou seja, o sintoma pode trazer vantagens inconscientes — como evitar angústias maiores, manter vínculos, receber cuidado, escapar de exigências ou proteger o sujeito de determinados enfrentamentos psíquicos.
Isso não significa fingimento.
Significa que o sintoma pode ocupar uma função na economia psíquica do sujeito.
Por isso, do ponto de vista clínico, não basta perguntar apenas “como eliminar o sintoma?”, mas também:
que conflito ele expressa?
o que ele protege?
e o que se sustenta por meio dele?
Salva este conteúdo para reler depois
ou compartilha com alguém que se interessa por psicanálise
O sintoma, na psicanálise, não é entendido apenas como um fenômeno a ser eliminado, mas como uma formação de compromisso.
Isso significa que ele pode surgir como resultado de um conflito psíquico inconsciente entre desejos, impulsos ou conteúdos recalcados e as defesas que se opõem à sua expressão direta.
O sintoma, portanto, não é aleatório: ele expressa algo do conflito, mas o faz de forma disfarçada, permitindo uma satisfação substitutiva ao mesmo tempo em que mantém o conteúdo fora da consciência.
Além disso, em muitos casos, também estão presentes os chamados ganhos secundários.
Ou seja, o sintoma pode trazer vantagens inconscientes — como evitar angústias maiores, manter vínculos, receber cuidado, escapar de exigências ou proteger o sujeito de determinados enfrentamentos psíquicos.
Isso não significa fingimento.
Significa que o sintoma pode ocupar uma função na economia psíquica do sujeito.
Por isso, do ponto de vista clínico, não basta perguntar apenas “como eliminar o sintoma?”, mas também:
que conflito ele expressa?
o que ele protege?
e o que se sustenta por meio dele?
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Ao longo da prática clínica, fui percebendo que uma boa interpretação costuma começar antes da interpretação propriamente dita.
Quando um paciente relata um sonho, é natural que alguns símbolos já despertem hipóteses clínicas.
Afinal, todos nós estudamos simbolismo.
Mas, na sessão, tenho percebido que vale a pena adiar um pouco essas hipóteses.
Primeiro, procuro compreender como aquele sonho foi vivido.
O que chamou mais a atenção do paciente?
Qual foi o afeto predominante?
O que essa imagem desperta nele?
Só depois começo a integrar essas informações ao simbolismo e ao contexto clínico.
Na minha experiência, isso torna a interpretação mais próxima da singularidade do paciente e diminui o risco de uma leitura excessivamente baseada apenas no símbolo.
A interpretação deixa de ser uma busca por respostas rápidas e passa a ser uma construção clínica.
💬 Quero aproveitar para abrir uma conversa entre colegas.
Quando você trabalha com sonhos, por onde costuma começar seu raciocínio clínico?
Pelas associações do paciente? Pelo afeto? Pelo símbolo?
Acho que pode ser uma troca muito rica.
#psicologia #psicanálise #psicanalise #psicología #psicánalise #psicologiacliníca #psicanáliseonline #interpretaçaodesonhos #interpretacãodesonhos
Ao longo da prática clínica, fui percebendo que uma boa interpretação costuma começar antes da interpretação propriamente dita.
Quando um paciente relata um sonho, é natural que alguns símbolos já despertem hipóteses clínicas.
Afinal, todos nós estudamos simbolismo.
Mas, na sessão, tenho percebido que vale a pena adiar um pouco essas hipóteses.
Primeiro, procuro compreender como aquele sonho foi vivido.
O que chamou mais a atenção do paciente?
Qual foi o afeto predominante?
O que essa imagem desperta nele?
Só depois começo a integrar essas informações ao simbolismo e ao contexto clínico.
Na minha experiência, isso torna a interpretação mais próxima da singularidade do paciente e diminui o risco de uma leitura excessivamente baseada apenas no símbolo.
A interpretação deixa de ser uma busca por respostas rápidas e passa a ser uma construção clínica.
💬 Quero aproveitar para abrir uma conversa entre colegas.
Quando você trabalha com sonhos, por onde costuma começar seu raciocínio clínico?
Pelas associações do paciente? Pelo afeto? Pelo símbolo?
Acho que pode ser uma troca muito rica.
#psicologia #psicanálise #psicanalise #psicología #psicánalise #psicologiacliníca #psicanáliseonline #interpretaçaodesonhos #interpretacãodesonhos
O sintoma, na psicanálise, não é entendido apenas como um fenômeno a ser eliminado, mas como uma formação de compromisso.
Isso significa que ele pode surgir como resultado de um conflito psíquico inconsciente entre desejos, impulsos ou conteúdos recalcados e as defesas que se opõem à sua expressão direta.
O sintoma, portanto, não é aleatório: ele expressa algo do conflito, mas o faz de forma disfarçada, permitindo uma satisfação substitutiva ao mesmo tempo em que mantém o conteúdo fora da consciência.
Além disso, em muitos casos, também estão presentes os chamados ganhos secundários.
Ou seja, o sintoma pode trazer vantagens inconscientes — como evitar angústias maiores, manter vínculos, receber cuidado, escapar de exigências ou proteger o sujeito de determinados enfrentamentos psíquicos.
Isso não significa fingimento.
Significa que o sintoma pode ocupar uma função na economia psíquica do sujeito.
Por isso, do ponto de vista clínico, não basta perguntar apenas “como eliminar o sintoma?”, mas também:
que conflito ele expressa?
o que ele protege?
e o que se sustenta por meio dele?
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#psicologia #psicología #psicologiacliníca #psicánalise #psicanalise #psicanálise #psicanáliseonline
O sintoma, na psicanálise, não é entendido apenas como um fenômeno a ser eliminado, mas como uma formação de compromisso.
Isso significa que ele pode surgir como resultado de um conflito psíquico inconsciente entre desejos, impulsos ou conteúdos recalcados e as defesas que se opõem à sua expressão direta.
O sintoma, portanto, não é aleatório: ele expressa algo do conflito, mas o faz de forma disfarçada, permitindo uma satisfação substitutiva ao mesmo tempo em que mantém o conteúdo fora da consciência.
Além disso, em muitos casos, também estão presentes os chamados ganhos secundários.
Ou seja, o sintoma pode trazer vantagens inconscientes — como evitar angústias maiores, manter vínculos, receber cuidado, escapar de exigências ou proteger o sujeito de determinados enfrentamentos psíquicos.
Isso não significa fingimento.
Significa que o sintoma pode ocupar uma função na economia psíquica do sujeito.
Por isso, do ponto de vista clínico, não basta perguntar apenas “como eliminar o sintoma?”, mas também:
que conflito ele expressa?
o que ele protege?
e o que se sustenta por meio dele?
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