O QUE É?

Método único aonde se une técnicas de hipnose, pnl, reprocessamento generativo, EFT, inteligência emocional , para tratar a pessoa como um todo de forma rápida e objetiva.

OBJETIVO

Ajudar a pessoa a se libertar de seus problemas emocionais de forma rápida
Reestruturar o psiquismo para que consiga lidar com as questões do dia a dia de forma leve e assertiva.

Preparado para alcançar uma qualidade de vida?

Conheça o método exclusivo Wanessa Ugliara. Método único onde se une técnicas de hipnose, pnl, reprocessamento generativo, EFT, inteligência emocional , para tratar a pessoa como um todo de forma rápida e objetiva.

Ajudar a pessoa a se libertar de seus problemas emocionais de forma rápida

Reestruturar o psiquismo para que consiga lidar com as questões do dia a dia de forma leve e assertiva

Desenvolver habilidade de auto gerenciamento emocional

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Tem gente que nem está presente…

mas continua participando de quase todas as nossas decisões.

“O que vão pensar?”
“Será que vão me achar egoísta?”
“Minha família não vai gostar.”
“Vão falar de mim.”
“Eu deveria fazer diferente.”

E, aos poucos, nossa cabeça vira uma reunião cheia de opiniões — menos a nossa.

O mais curioso é que nem sempre alguém precisa nos criticar de verdade.

Depois de ouvirmos determinadas vozes durante muito tempo, podemos aprender a reproduzi-las sozinhos.

A pessoa que criticava já nem está ali, mas antecipamos sua crítica.

A pessoa que desaprovava não disse nada, mas imaginamos sua reação.

A expectativa pode nem ter sido colocada hoje, mas continuamos tentando corresponder a ela.

Talvez amadurecer também envolva começar a perguntar:

“Essa voz é realmente minha?”

“Eu penso assim ou aprendi que deveria pensar?”

“Se ninguém pudesse opinar sobre essa escolha, o que eu escolheria?”

Não dá para simplesmente dar descarga em tudo o que os outros pensam. 😂

Mas dá para aprender uma coisa importante:

escutar uma opinião não significa entregar a ela o direito de decidir a sua vida.

E talvez o verdadeiro alívio comece quando, no meio de tantas vozes, você finalmente consegue reconhecer qual delas é a sua.

💭 Se pudesse dar descarga em UMA opinião que pesa demais na sua cabeça, qual seria?

Video @ksennen

Tem gente que nem está presente…

mas continua participando de quase todas as nossas decisões.

“O que vão pensar?”
“Será que vão me achar egoísta?”
“Minha família não vai gostar.”
“Vão falar de mim.”
“Eu deveria fazer diferente.”

E, aos poucos, nossa cabeça vira uma reunião cheia de opiniões — menos a nossa.

O mais curioso é que nem sempre alguém precisa nos criticar de verdade.

Depois de ouvirmos determinadas vozes durante muito tempo, podemos aprender a reproduzi-las sozinhos.

A pessoa que criticava já nem está ali, mas antecipamos sua crítica.

A pessoa que desaprovava não disse nada, mas imaginamos sua reação.

A expectativa pode nem ter sido colocada hoje, mas continuamos tentando corresponder a ela.

Talvez amadurecer também envolva começar a perguntar:

“Essa voz é realmente minha?”

“Eu penso assim ou aprendi que deveria pensar?”

“Se ninguém pudesse opinar sobre essa escolha, o que eu escolheria?”

Não dá para simplesmente dar descarga em tudo o que os outros pensam. 😂

Mas dá para aprender uma coisa importante:

escutar uma opinião não significa entregar a ela o direito de decidir a sua vida.

E talvez o verdadeiro alívio comece quando, no meio de tantas vozes, você finalmente consegue reconhecer qual delas é a sua.

💭 Se pudesse dar descarga em UMA opinião que pesa demais na sua cabeça, qual seria?

Video @ksennen
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O Guia Prático dos Mecanismos de Defesa reúne 20 e-books curtos com oos 20 mecanismos mais comuns na clinica:

🔹 Conceito e Origem

🔹 Uso Saudável vs. Patológico

🔹 Manifestação nos Transtornos Mentais

📖 Coleção completa em PDF por apenas R$ 37,00

link na bio

O Guia Prático dos Mecanismos de Defesa reúne 20 e-books curtos com oos 20 mecanismos mais comuns na clinica:

🔹 Conceito e Origem

🔹 Uso Saudável vs. Patológico

🔹 Manifestação nos Transtornos Mentais

📖 Coleção completa em PDF por apenas R$ 37,00

link na bio
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🦁 Hakuna Matata. Sem problemas.

Quem nunca desejou viver assim?

Sem carregar tantas preocupações, sem antecipar o amanhã, sem transformar cada pequeno problema em uma grande ameaça.

Existe algo psicologicamente saudável nessa filosofia.

Afinal, nem tudo está sob nosso controle. E aprender a não carregar o peso de tudo pode ser uma forma importante de cuidar de si.

Mas, em O Rei Leão, existe um detalhe que torna essa música muito mais profunda.

Simba não encontra Timão e Pumba apenas porque quer uma vida mais leve. Ele chega até eles tentando escapar de uma dor que não consegue enfrentar.

Ele carrega culpa pela morte do pai, acredita que teve responsabilidade pelo que aconteceu e se afasta de tudo que poderia lembrá-lo daquela experiência.

E então encontra uma filosofia que parece oferecer exatamente o que ele precisa: uma vida onde não seja necessário olhar para trás.

Por um tempo, funciona.

Ele encontra amigos, afeto, diversão e um lugar onde pode respirar novamente.

E isso também importa. Às vezes, antes de conseguir enfrentar uma dor, precisamos encontrar segurança para continuar vivendo.

Mas existe uma diferença entre deixar de carregar preocupações desnecessárias e tentar apagar sentimentos que ainda precisam ser compreendidos.

A primeira atitude pode trazer liberdade.

A segunda pode trazer alívio, mas também nos manter distantes de partes importantes da nossa própria história.

Simba só começa a transformar sua relação com o passado quando consegue olhar para aquilo de que vinha fugindo.

E talvez essa seja uma das reflexões mais bonitas do filme:

A paz não precisa significar uma vida sem problemas. Pode significar uma vida em que os problemas já não precisam ser escondidos para que possamos continuar.

Porque algumas preocupações precisam mesmo ser deixadas para trás.

Mas algumas dores precisam, antes, encontrar um lugar dentro da nossa história.

💭 E você? Em quais momentos o seu “Hakuna Matata” tem sido uma forma de viver com mais leveza — e em quais pode estar sendo uma maneira de evitar algo difícil?

🦁 Hakuna Matata. Sem problemas.

Quem nunca desejou viver assim?

Sem carregar tantas preocupações, sem antecipar o amanhã, sem transformar cada pequeno problema em uma grande ameaça.

Existe algo psicologicamente saudável nessa filosofia.

Afinal, nem tudo está sob nosso controle. E aprender a não carregar o peso de tudo pode ser uma forma importante de cuidar de si.

Mas, em O Rei Leão, existe um detalhe que torna essa música muito mais profunda.

Simba não encontra Timão e Pumba apenas porque quer uma vida mais leve. Ele chega até eles tentando escapar de uma dor que não consegue enfrentar.

Ele carrega culpa pela morte do pai, acredita que teve responsabilidade pelo que aconteceu e se afasta de tudo que poderia lembrá-lo daquela experiência.

E então encontra uma filosofia que parece oferecer exatamente o que ele precisa: uma vida onde não seja necessário olhar para trás.

Por um tempo, funciona.

Ele encontra amigos, afeto, diversão e um lugar onde pode respirar novamente.

E isso também importa. Às vezes, antes de conseguir enfrentar uma dor, precisamos encontrar segurança para continuar vivendo.

Mas existe uma diferença entre deixar de carregar preocupações desnecessárias e tentar apagar sentimentos que ainda precisam ser compreendidos.

A primeira atitude pode trazer liberdade.

A segunda pode trazer alívio, mas também nos manter distantes de partes importantes da nossa própria história.

Simba só começa a transformar sua relação com o passado quando consegue olhar para aquilo de que vinha fugindo.

E talvez essa seja uma das reflexões mais bonitas do filme:

A paz não precisa significar uma vida sem problemas. Pode significar uma vida em que os problemas já não precisam ser escondidos para que possamos continuar.

Porque algumas preocupações precisam mesmo ser deixadas para trás.

Mas algumas dores precisam, antes, encontrar um lugar dentro da nossa história.

💭 E você? Em quais momentos o seu “Hakuna Matata” tem sido uma forma de viver com mais leveza — e em quais pode estar sendo uma maneira de evitar algo difícil?
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Você conhece alguém assim ?

Você conhece alguém assim ? ...

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🧠 1 Minuto de Supervisão Clínica

Quando um paciente diz que um sonho “parecia real demais”, vale investigar não apenas o que aconteceu durante o sonho, mas também o que permaneceu depois que ele acordou.

Algumas perguntas podem ajudar:

O que fez esse sonho parecer tão real?

As imagens? As sensações? O ambiente? A presença de alguém?

Como você se sentiu nos primeiros segundos depois de acordar?

Qual emoção permaneceu depois que você percebeu que era um sonho?

Medo, saudade, culpa, alívio, tristeza, estranhamento?

Alguma sensação corporal continuou presente?

Coração acelerado, tensão, choro, sensação de presença, tranquilidade?

Quanto tempo levou para essa experiência diminuir?

O sonho continuou voltando à sua mente durante o dia? Em quais momentos?

O que mais ficou com você: aquilo que aconteceu no sonho ou aquilo que você sentiu ao acordar?

E uma pergunta que gosto especialmente:

“Quando você percebeu que aquilo não tinha acontecido de verdade, o que sentiu?”

Às vezes, essa resposta abre caminhos muito interessantes.

Porque podemos ficar tão concentrados em interpretar a história que aconteceu durante o sono que deixamos de investigar aquilo que o sonho produziu depois dele.

O paciente acordou. O sonho terminou.
Mas emocionalmente, o que continuou acontecendo?

📌 Salve essas perguntas para quando um sonho deixar marcas que continuam presentes depois do despertar.

🧠 1 Minuto de Supervisão Clínica

Quando um paciente diz que um sonho “parecia real demais”, vale investigar não apenas o que aconteceu durante o sonho, mas também o que permaneceu depois que ele acordou.

Algumas perguntas podem ajudar:

O que fez esse sonho parecer tão real?

As imagens? As sensações? O ambiente? A presença de alguém?

Como você se sentiu nos primeiros segundos depois de acordar?

Qual emoção permaneceu depois que você percebeu que era um sonho?

Medo, saudade, culpa, alívio, tristeza, estranhamento?

Alguma sensação corporal continuou presente?

Coração acelerado, tensão, choro, sensação de presença, tranquilidade?

Quanto tempo levou para essa experiência diminuir?

O sonho continuou voltando à sua mente durante o dia? Em quais momentos?

O que mais ficou com você: aquilo que aconteceu no sonho ou aquilo que você sentiu ao acordar?

E uma pergunta que gosto especialmente:

“Quando você percebeu que aquilo não tinha acontecido de verdade, o que sentiu?”

Às vezes, essa resposta abre caminhos muito interessantes.

Porque podemos ficar tão concentrados em interpretar a história que aconteceu durante o sono que deixamos de investigar aquilo que o sonho produziu depois dele.

O paciente acordou. O sonho terminou.
Mas emocionalmente, o que continuou acontecendo?

📌 Salve essas perguntas para quando um sonho deixar marcas que continuam presentes depois do despertar.
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Se você pudesse dizer algo para você do passado o que você diria ? 

video @ Shahrzad_ai_creator

Se você pudesse dizer algo para você do passado o que você diria ?

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