O QUE É?

Método único aonde se une técnicas de hipnose, pnl, reprocessamento generativo, EFT, inteligência emocional , para tratar a pessoa como um todo de forma rápida e objetiva.

OBJETIVO

Ajudar a pessoa a se libertar de seus problemas emocionais de forma rápida
Reestruturar o psiquismo para que consiga lidar com as questões do dia a dia de forma leve e assertiva.

Preparado para alcançar uma qualidade de vida?

Conheça o método exclusivo Wanessa Ugliara. Método único onde se une técnicas de hipnose, pnl, reprocessamento generativo, EFT, inteligência emocional , para tratar a pessoa como um todo de forma rápida e objetiva.

Ajudar a pessoa a se libertar de seus problemas emocionais de forma rápida

Reestruturar o psiquismo para que consiga lidar com as questões do dia a dia de forma leve e assertiva

Desenvolver habilidade de auto gerenciamento emocional

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Quando somos crianças, é difícil imaginar que nossos pais também são pessoas vulneráveis.

Para uma criança, eles parecem saber.

Parecem conseguir.

Parecem estar sempre ali.

São as mãos que alimentam, carregam, protegem, resolvem.

Até que os anos passam…

e, em algumas famílias, acontece uma inversão silenciosa.

A mão que colocava comida na nossa boca começa a tremer.

Quem nos levava aos lugares passa a precisar que o levemos.

Quem perguntava se tomamos o remédio começa a precisar ser lembrado do próprio.

E talvez uma das partes mais difíceis de ver nossos pais envelhecendo seja perceber que aquela figura que durante tanto tempo representou proteção também pode precisar ser protegida.

Isso mexe com lugares muito profundos dentro de nós.

Porque não estamos apenas diante do envelhecimento deles.

Estamos diante da passagem do tempo.

Da nossa própria história.

E da descoberta de que algumas coisas que pareciam permanentes… não são.

Mas existe algo muito bonito nessa imagem.

Na parede, ainda está o pai alimentando o filho.

Na frente dela, está o filho alimentando o pai.

O cuidado mudou de mãos.
A história entre eles, não.

E talvez seja por isso que certas cenas nos emocionem tanto.

Elas nos lembram de que o tempo transforma os corpos, os papéis e as necessidades — enquanto alguns vínculos continuam carregando marcas de tudo aquilo que já foi vivido.

Não porque filhos devam aos pais o cuidado que receberam. Relações não deveriam ser uma contabilidade de afetos.

Mas porque, quando existe amor e uma história de cuidado, poder estar presente em um momento de vulnerabilidade do outro pode ganhar um significado muito profundo.

🤍 Talvez essa cena não faça você pensar apenas nos seus pais. Talvez faça você pensar em alguém que um dia cuidou de você.

Se alguém veio à sua cabeça, talvez valha a pena não deixar esse carinho existir apenas no pensamento.

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Quando somos crianças, é difícil imaginar que nossos pais também são pessoas vulneráveis.

Para uma criança, eles parecem saber.

Parecem conseguir.

Parecem estar sempre ali.

São as mãos que alimentam, carregam, protegem, resolvem.

Até que os anos passam…

e, em algumas famílias, acontece uma inversão silenciosa.

A mão que colocava comida na nossa boca começa a tremer.

Quem nos levava aos lugares passa a precisar que o levemos.

Quem perguntava se tomamos o remédio começa a precisar ser lembrado do próprio.

E talvez uma das partes mais difíceis de ver nossos pais envelhecendo seja perceber que aquela figura que durante tanto tempo representou proteção também pode precisar ser protegida.

Isso mexe com lugares muito profundos dentro de nós.

Porque não estamos apenas diante do envelhecimento deles.

Estamos diante da passagem do tempo.

Da nossa própria história.

E da descoberta de que algumas coisas que pareciam permanentes… não são.

Mas existe algo muito bonito nessa imagem.

Na parede, ainda está o pai alimentando o filho.

Na frente dela, está o filho alimentando o pai.

O cuidado mudou de mãos.
A história entre eles, não.

E talvez seja por isso que certas cenas nos emocionem tanto.

Elas nos lembram de que o tempo transforma os corpos, os papéis e as necessidades — enquanto alguns vínculos continuam carregando marcas de tudo aquilo que já foi vivido.

Não porque filhos devam aos pais o cuidado que receberam. Relações não deveriam ser uma contabilidade de afetos.

Mas porque, quando existe amor e uma história de cuidado, poder estar presente em um momento de vulnerabilidade do outro pode ganhar um significado muito profundo.

🤍 Talvez essa cena não faça você pensar apenas nos seus pais. Talvez faça você pensar em alguém que um dia cuidou de você.

Se alguém veio à sua cabeça, talvez valha a pena não deixar esse carinho existir apenas no pensamento.
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🧠 1 Minuto de Supervisão Clínica

Quando o paciente não consegue associar uma imagem do sonho a nada, o conhecimento simbólico do terapeuta pode ser um recurso importante.

O cuidado está em como esse conhecimento entra na sessão.

Existe uma diferença entre dizer:

“Essa casa representa o seu mundo interno.”

e propor:

“A casa pode estar relacionada ao mundo interno. Vamos observar se essa possibilidade conversa com o seu sonho e com o momento que você está vivendo?”

Na segunda forma, o símbolo universal oferece uma pista, mas não substitui a experiência do paciente.

A partir dela, ainda precisamos considerar suas associações pessoais, a emoção presente no sonho e o contexto de vida em que aquela imagem apareceu.

Por isso, gosto de pensar no conhecimento simbólico como uma porta que podemos abrir quando a associação não vem — não como um lugar onde a interpretação termina.

E há outro cuidado clínico importante: quanto mais cedo oferecemos nossas próprias associações, maior a possibilidade de direcionarmos aquilo que o paciente poderia construir.

Às vezes, alguns segundos a mais de silêncio e uma nova pergunta produzem um material que nenhuma interpretação pronta conseguiria oferecer.

O símbolo pode apontar um caminho. Quem nos ajuda a descobrir se aquele caminho pertence àquele sonho é o próprio paciente.

💬 Colegas, quando a associação não vem, qual recurso vocês costumam utilizar para manter a investigação aberta?

🧠 1 Minuto de Supervisão Clínica

Quando o paciente não consegue associar uma imagem do sonho a nada, o conhecimento simbólico do terapeuta pode ser um recurso importante.

O cuidado está em como esse conhecimento entra na sessão.

Existe uma diferença entre dizer:

“Essa casa representa o seu mundo interno.”

e propor:

“A casa pode estar relacionada ao mundo interno. Vamos observar se essa possibilidade conversa com o seu sonho e com o momento que você está vivendo?”

Na segunda forma, o símbolo universal oferece uma pista, mas não substitui a experiência do paciente.

A partir dela, ainda precisamos considerar suas associações pessoais, a emoção presente no sonho e o contexto de vida em que aquela imagem apareceu.

Por isso, gosto de pensar no conhecimento simbólico como uma porta que podemos abrir quando a associação não vem — não como um lugar onde a interpretação termina.

E há outro cuidado clínico importante: quanto mais cedo oferecemos nossas próprias associações, maior a possibilidade de direcionarmos aquilo que o paciente poderia construir.

Às vezes, alguns segundos a mais de silêncio e uma nova pergunta produzem um material que nenhuma interpretação pronta conseguiria oferecer.

O símbolo pode apontar um caminho. Quem nos ajuda a descobrir se aquele caminho pertence àquele sonho é o próprio paciente.

💬 Colegas, quando a associação não vem, qual recurso vocês costumam utilizar para manter a investigação aberta?
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O Guia Prático dos Mecanismos de Defesa reúne 20 e-books curtos com o mapeamento completo do psiquismo:

🔹 Conceito e Origem

🔹 Uso Saudável vs. Patológico

🔹 Manifestação nos Transtornos Mentais

📖 Coleção completa em PDF por apenas R$ 37,00.

👉 Toque em [ Saiba Mais ] ou no link da bio e baixe agora mesmo!

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🔹 Manifestação nos Transtornos Mentais

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Talvez todos nós tenhamos alguns “monstros” que aparecem no caminho.

Só que os nossos geralmente não saem de trás de uma árvore.

Eles aparecem em pensamentos como:

“E se eu fracassar?”
“E se eu passar vergonha?”
“E se me rejeitarem?”
“E se eu não der conta?”
“E se alguma coisa der errado?”

E, sem perceber, começamos a organizar a vida ao redor deles.

Não vou porque tenho medo.
Não falo porque tenho medo.
Não tento porque tenho medo.
Não mudo porque tenho medo.

Até que o medo deixa de ser apenas uma emoção e começa a ocupar o lugar de quem toma as decisões.

É por isso que eu gosto tanto dessa cena.

Ela não derrota o monstro.

Ela não espera deixar de sentir medo.

Ela simplesmente muda a forma como se posiciona diante dele:

“Quer saber? Você não vai decidir tudo por mim.”

Talvez seja essa a conversa que alguns dos nossos medos também precisam ouvir.

Não:

“Eu nunca mais vou sentir você.”

Mas:

“Eu sei que você está aqui. Só que sua presença não significa que eu preciso obedecer.”

Porque coragem não é ausência de medo.

Às vezes, coragem é fazer alguma coisa importante enquanto uma parte de você ainda está dizendo para correr.

E isso também não significa enfrentar tudo de qualquer jeito. Há medos que nos protegem de perigos reais.

Mas existem outros que foram crescendo tanto que começam a nos proteger da própria vida: de tentar, de se expor, de criar vínculos, de mudar, de descobrir do que somos capazes.

Talvez o objetivo não seja matar todos os nossos monstros.

Talvez seja aprender a olhar para alguns deles e dizer:

“Você pode até vir comigo. Mas não vai dirigir.”

🎬 Pânico na Floresta

💭 Se você pudesse dizer “vai se ferrar” para um medo que tem mandado demais na sua vida ultimamente… qual seria?

Talvez todos nós tenhamos alguns “monstros” que aparecem no caminho.

Só que os nossos geralmente não saem de trás de uma árvore.

Eles aparecem em pensamentos como:

“E se eu fracassar?”
“E se eu passar vergonha?”
“E se me rejeitarem?”
“E se eu não der conta?”
“E se alguma coisa der errado?”

E, sem perceber, começamos a organizar a vida ao redor deles.

Não vou porque tenho medo.
Não falo porque tenho medo.
Não tento porque tenho medo.
Não mudo porque tenho medo.

Até que o medo deixa de ser apenas uma emoção e começa a ocupar o lugar de quem toma as decisões.

É por isso que eu gosto tanto dessa cena.

Ela não derrota o monstro.

Ela não espera deixar de sentir medo.

Ela simplesmente muda a forma como se posiciona diante dele:

“Quer saber? Você não vai decidir tudo por mim.”

Talvez seja essa a conversa que alguns dos nossos medos também precisam ouvir.

Não:

“Eu nunca mais vou sentir você.”

Mas:

“Eu sei que você está aqui. Só que sua presença não significa que eu preciso obedecer.”

Porque coragem não é ausência de medo.

Às vezes, coragem é fazer alguma coisa importante enquanto uma parte de você ainda está dizendo para correr.

E isso também não significa enfrentar tudo de qualquer jeito. Há medos que nos protegem de perigos reais.

Mas existem outros que foram crescendo tanto que começam a nos proteger da própria vida: de tentar, de se expor, de criar vínculos, de mudar, de descobrir do que somos capazes.

Talvez o objetivo não seja matar todos os nossos monstros.

Talvez seja aprender a olhar para alguns deles e dizer:

“Você pode até vir comigo. Mas não vai dirigir.”

🎬 Pânico na Floresta

💭 Se você pudesse dizer “vai se ferrar” para um medo que tem mandado demais na sua vida ultimamente… qual seria?
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VIDEO @raqueltrevisi

Nem sempre percebemos o efeito que causamos nas pessoas.

Às vezes, imaginamos que para fazer diferença na vida de alguém precisamos dizer algo extraordinário, resolver um problema ou fazer um grande gesto.

Mas não é sempre assim.

Uma escuta sem julgamento.

Uma mensagem em um dia difícil.

Alguém que percebe uma mudança no nosso olhar e pergunta: “Você está bem?”

Uma presença que transmite segurança quando tudo parece confuso.

Pequenos encontros também podem deixar marcas emocionais.

Isso acontece porque nós também nos regulamos nas relações. A forma como somos recebidos, escutados e acolhidos pode influenciar a maneira como atravessamos determinados momentos.

E talvez exista algo especialmente bonito nessa cena:

ela ilumina as pessoas enquanto continua caminhando.

Ela não para para conferir quem ficou mais iluminado.

Não pergunta se fez diferença.

Não recebe aplausos.

E a vida também é assim.

Muitas vezes, nunca descobrimos que uma conversa ficou na memória de alguém, que uma gentileza chegou exatamente em um dia difícil ou que nossa presença fez uma pessoa se sentir menos sozinha.

Por isso, nem todo impacto que você causa será visível para você.

Algumas das marcas mais bonitas que deixamos nas pessoas acontecem sem que jamais saibamos.

💬 Alguém já fez algo aparentemente pequeno por você, mas que ficou guardado até hoje?

Talvez seja uma boa oportunidade de contar para essa pessoa que, naquele momento, ela trouxe um pouco de luz para você.

VIDEO @raqueltrevisi

Nem sempre percebemos o efeito que causamos nas pessoas.

Às vezes, imaginamos que para fazer diferença na vida de alguém precisamos dizer algo extraordinário, resolver um problema ou fazer um grande gesto.

Mas não é sempre assim.

Uma escuta sem julgamento.

Uma mensagem em um dia difícil.

Alguém que percebe uma mudança no nosso olhar e pergunta: “Você está bem?”

Uma presença que transmite segurança quando tudo parece confuso.

Pequenos encontros também podem deixar marcas emocionais.

Isso acontece porque nós também nos regulamos nas relações. A forma como somos recebidos, escutados e acolhidos pode influenciar a maneira como atravessamos determinados momentos.

E talvez exista algo especialmente bonito nessa cena:

ela ilumina as pessoas enquanto continua caminhando.

Ela não para para conferir quem ficou mais iluminado.

Não pergunta se fez diferença.

Não recebe aplausos.

E a vida também é assim.

Muitas vezes, nunca descobrimos que uma conversa ficou na memória de alguém, que uma gentileza chegou exatamente em um dia difícil ou que nossa presença fez uma pessoa se sentir menos sozinha.

Por isso, nem todo impacto que você causa será visível para você.

Algumas das marcas mais bonitas que deixamos nas pessoas acontecem sem que jamais saibamos.

💬 Alguém já fez algo aparentemente pequeno por você, mas que ficou guardado até hoje?

Talvez seja uma boa oportunidade de contar para essa pessoa que, naquele momento, ela trouxe um pouco de luz para você.
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Uma das frases que mais escuto no consultório é:

"Mas o meu passado não vai mudar."

E isso é verdade.

A terapia não muda o que aconteceu.

Ela não apaga experiências, não elimina perdas e nem faz com que a dor nunca tenha existido.

O que ela pode transformar é a forma como essas experiências continuam influenciando a sua vida hoje.

Às vezes, o passado permanece vivo não porque ele ainda está acontecendo, mas porque continuamos reagindo a ele como se ainda estivéssemos lá.

É isso que pode mudar.

Você pode aprender a reconhecer padrões que nasceram naquela época.

Pode compreender crenças que foram construídas a partir dessas experiências.

Pode desenvolver formas mais saudáveis de se relacionar consigo, com os outros e com a própria história.

O passado faz parte de quem somos.

Mas ele não precisa determinar quem continuaremos sendo.

Agora eu quero te ouvir.

Existe alguma experiência do seu passado que fez você enxergar a vida de um jeito diferente?

Se esse texto fez sentido para você, salve-o. Talvez ele seja um bom lembrete de que a terapia não muda a história, mas pode mudar a forma como ela continua sendo vivida. 🌿

Série: Sessão de Terapia (Globoplay)
T05E30 (Caio, sessão 6)

video @jordaofelix_

Uma das frases que mais escuto no consultório é:

"Mas o meu passado não vai mudar."

E isso é verdade.

A terapia não muda o que aconteceu.

Ela não apaga experiências, não elimina perdas e nem faz com que a dor nunca tenha existido.

O que ela pode transformar é a forma como essas experiências continuam influenciando a sua vida hoje.

Às vezes, o passado permanece vivo não porque ele ainda está acontecendo, mas porque continuamos reagindo a ele como se ainda estivéssemos lá.

É isso que pode mudar.

Você pode aprender a reconhecer padrões que nasceram naquela época.

Pode compreender crenças que foram construídas a partir dessas experiências.

Pode desenvolver formas mais saudáveis de se relacionar consigo, com os outros e com a própria história.

O passado faz parte de quem somos.

Mas ele não precisa determinar quem continuaremos sendo.

Agora eu quero te ouvir.

Existe alguma experiência do seu passado que fez você enxergar a vida de um jeito diferente?

Se esse texto fez sentido para você, salve-o. Talvez ele seja um bom lembrete de que a terapia não muda a história, mas pode mudar a forma como ela continua sendo vivida. 🌿

Série: Sessão de Terapia (Globoplay)
T05E30 (Caio, sessão 6)

video @jordaofelix_
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A gente costuma acreditar que quem nos ama sabe que é amado.

“Ele sabe.”
“Ela sabe o quanto é importante para mim.”
“Eu não preciso ficar dizendo.”

E talvez saiba mesmo.
Mas existe uma diferença entre imaginar que somos amados e viver experiências nas quais esse amor consegue chegar até nós.

O arrependimento de Sheldon toca justamente nesse lugar.

Não necessariamente na ausência de amor.

Mas em tudo aquilo que existia dentro dele e não encontrou uma forma de chegar ao outro enquanto ainda havia tempo.

E isso não acontece apenas com um “eu te amo”.

Às vezes, fica sem ser dito:

“Eu tenho orgulho de você.”
“Você foi importante para mim.”
“Obrigado pelo que fez.”
“Eu senti sua falta.”
“Eu gostaria de ter estado mais perto.”

Há pessoas que sentem profundamente, mas têm dificuldade de transformar afeto em palavra, gesto, presença ou vulnerabilidade.

Talvez porque nunca tenham aprendido.
Talvez porque demonstrar sentimentos as deixe expostas.

Talvez porque exista aquela sensação silenciosa de que haverá outra oportunidade.

E quase sempre vivemos como se houvesse.
Por isso, essa cena não precisa servir para produzir culpa por tudo o que não dissemos.
Pode servir para lembrar de algo enquanto ainda podemos fazer diferente:

amor não precisa apenas existir dentro de nós.
Ele também precisa encontrar maneiras de chegar ao outro.

🎬 Jovem Sheldon

💭 Tem alguma coisa bonita que você sente por alguém e que talvez essa pessoa ainda não tenha ouvido de você?

Se alguém veio à sua cabeça enquanto lia, talvez essa seja uma boa hora para não presumir que ela já sabe. 🤍

A gente costuma acreditar que quem nos ama sabe que é amado.

“Ele sabe.”
“Ela sabe o quanto é importante para mim.”
“Eu não preciso ficar dizendo.”

E talvez saiba mesmo.
Mas existe uma diferença entre imaginar que somos amados e viver experiências nas quais esse amor consegue chegar até nós.

O arrependimento de Sheldon toca justamente nesse lugar.

Não necessariamente na ausência de amor.

Mas em tudo aquilo que existia dentro dele e não encontrou uma forma de chegar ao outro enquanto ainda havia tempo.

E isso não acontece apenas com um “eu te amo”.

Às vezes, fica sem ser dito:

“Eu tenho orgulho de você.”
“Você foi importante para mim.”
“Obrigado pelo que fez.”
“Eu senti sua falta.”
“Eu gostaria de ter estado mais perto.”

Há pessoas que sentem profundamente, mas têm dificuldade de transformar afeto em palavra, gesto, presença ou vulnerabilidade.

Talvez porque nunca tenham aprendido.
Talvez porque demonstrar sentimentos as deixe expostas.

Talvez porque exista aquela sensação silenciosa de que haverá outra oportunidade.

E quase sempre vivemos como se houvesse.
Por isso, essa cena não precisa servir para produzir culpa por tudo o que não dissemos.
Pode servir para lembrar de algo enquanto ainda podemos fazer diferente:

amor não precisa apenas existir dentro de nós.
Ele também precisa encontrar maneiras de chegar ao outro.

🎬 Jovem Sheldon

💭 Tem alguma coisa bonita que você sente por alguém e que talvez essa pessoa ainda não tenha ouvido de você?

Se alguém veio à sua cabeça enquanto lia, talvez essa seja uma boa hora para não presumir que ela já sabe. 🤍
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