O QUE É?

Método único aonde se une técnicas de hipnose, pnl, reprocessamento generativo, EFT, inteligência emocional , para tratar a pessoa como um todo de forma rápida e objetiva.

OBJETIVO

Ajudar a pessoa a se libertar de seus problemas emocionais de forma rápida
Reestruturar o psiquismo para que consiga lidar com as questões do dia a dia de forma leve e assertiva.

Preparado para alcançar uma qualidade de vida?

Conheça o método exclusivo Wanessa Ugliara. Método único onde se une técnicas de hipnose, pnl, reprocessamento generativo, EFT, inteligência emocional , para tratar a pessoa como um todo de forma rápida e objetiva.

Ajudar a pessoa a se libertar de seus problemas emocionais de forma rápida

Reestruturar o psiquismo para que consiga lidar com as questões do dia a dia de forma leve e assertiva

Desenvolver habilidade de auto gerenciamento emocional

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Tem dias em que “continue a nadar” parece uma frase simples demais.

Porque existem momentos em que a gente não quer continuar.

Quer ter certeza.

Quer saber quando aquilo vai passar.

Quer descobrir se todo o esforço vai valer a pena.

Quer alguma garantia de que estamos indo na direção certa.

E talvez seja justamente aí que essa cena diga algo importante.

Nem sempre continuar exige esperança suficiente para enxergar o caminho inteiro.

Às vezes, exige apenas conseguir lidar com o pedaço da vida que está diante de você agora.

Quando estamos diante de uma situação difícil, a mente tende a viajar muito além do presente:

“E se isso nunca mudar?”

“E se eu não conseguir?”

“Como vai ser daqui a seis meses?”

“E se tudo der errado?”

E, de repente, não estamos mais tentando atravessar o dia.

Estamos tentando resolver mentalmente os próximos seis meses de uma vida que ainda nem aconteceu.

Talvez “continuar a nadar” não seja fingir que está tudo bem.

Também não significa permanecer em qualquer situação, suportar tudo ou nunca desistir de algo.

Pode significar algo muito mais simples:

não exigir de si a solução inteira quando o que você precisa encontrar é apenas o próximo movimento possível.

Às vezes, ele é continuar.

Às vezes, pedir ajuda.

Às vezes, descansar.

Às vezes, mudar de direção.

E às vezes é simplesmente atravessar hoje, antes de tentar descobrir como você vai atravessar o resto da vida.

🎬 Procurando Nemo

💭 Quando você pensa em algo que está vivendo hoje: está tentando encontrar o próximo passo ou resolver o caminho inteiro de uma vez?

Tem dias em que “continue a nadar” parece uma frase simples demais.

Porque existem momentos em que a gente não quer continuar.

Quer ter certeza.

Quer saber quando aquilo vai passar.

Quer descobrir se todo o esforço vai valer a pena.

Quer alguma garantia de que estamos indo na direção certa.

E talvez seja justamente aí que essa cena diga algo importante.

Nem sempre continuar exige esperança suficiente para enxergar o caminho inteiro.

Às vezes, exige apenas conseguir lidar com o pedaço da vida que está diante de você agora.

Quando estamos diante de uma situação difícil, a mente tende a viajar muito além do presente:

“E se isso nunca mudar?”

“E se eu não conseguir?”

“Como vai ser daqui a seis meses?”

“E se tudo der errado?”

E, de repente, não estamos mais tentando atravessar o dia.

Estamos tentando resolver mentalmente os próximos seis meses de uma vida que ainda nem aconteceu.

Talvez “continuar a nadar” não seja fingir que está tudo bem.

Também não significa permanecer em qualquer situação, suportar tudo ou nunca desistir de algo.

Pode significar algo muito mais simples:

não exigir de si a solução inteira quando o que você precisa encontrar é apenas o próximo movimento possível.

Às vezes, ele é continuar.

Às vezes, pedir ajuda.

Às vezes, descansar.

Às vezes, mudar de direção.

E às vezes é simplesmente atravessar hoje, antes de tentar descobrir como você vai atravessar o resto da vida.

🎬 Procurando Nemo

💭 Quando você pensa em algo que está vivendo hoje: está tentando encontrar o próximo passo ou resolver o caminho inteiro de uma vez?
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Sonhar com bebê pode fazer muita gente pensar imediatamente em gravidez.

Mas, simbolicamente, um bebê também pode representar algo que está nascendo.

🌙 Primeira pista:

Pode estar relacionado a potencial, novidade, desenvolvimento e ao surgimento de algo que ainda está em seus primeiros estágios.

Agora, para sair do significado geral e começar a investigar o seu sonho, precisamos olhar para os detalhes.

De quem era o bebê?

Era seu?
De outra pessoa?
Você nem sabia?

Como esse bebê estava?

Saudável?
Chorando?
Dormindo?
Abandonado?
Doente?
Em perigo?

E principalmente:

O que você fazia diante dele?

Cuidava?
Protegia?
Tentava encontrá-lo?
Não sabia o que fazer?
Queria se afastar?

Agora observe a emoção.

O que você sentia em relação àquele bebê?

Amor?
Medo?
Ansiedade?
Responsabilidade?
Rejeição?
Ternura?

Porque sonhar que você segura um bebê com carinho é muito diferente de sonhar que existe um bebê chorando e você não consegue chegar até ele.

O símbolo é o mesmo.

A dinâmica do sonho não é.

E agora vem a Pergunta-Ponte:

O que está começando a nascer na sua vida — ou dentro de você — que ainda precisa de atenção para conseguir se desenvolver?

Talvez seja algo externo, como um projeto ou uma relação.

Mas também pode ser uma nova maneira de se posicionar, um desejo que você começou a reconhecer ou uma parte sua que ainda está aprendendo a existir.

É por isso que conhecer o significado universal de um símbolo é importante — mas não encerra a interpretação.

O símbolo oferece a pista.
Os detalhes mostram a direção.
A emoção aproxima você do conflito.
E a sua vida atual ajuda a construir a ponte.

💬 Você já sonhou com um bebê? Como ele aparecia no sonho — e o que você sentia diante dele?

🌙 E se você quer aprender a ir além para se autoconhecer e começar a investigar os seus próprios sonhos, no Mapa da Alma eu ensino um caminho para compreender a linguagem simbólica dos sonhos e conectá-la à sua história, às suas emoções e ao momento que você está vivendo.

O link está na bio para você conhecer o curso.

Sonhar com bebê pode fazer muita gente pensar imediatamente em gravidez.

Mas, simbolicamente, um bebê também pode representar algo que está nascendo.

🌙 Primeira pista:

Pode estar relacionado a potencial, novidade, desenvolvimento e ao surgimento de algo que ainda está em seus primeiros estágios.

Agora, para sair do significado geral e começar a investigar o seu sonho, precisamos olhar para os detalhes.

De quem era o bebê?

Era seu?
De outra pessoa?
Você nem sabia?

Como esse bebê estava?

Saudável?
Chorando?
Dormindo?
Abandonado?
Doente?
Em perigo?

E principalmente:

O que você fazia diante dele?

Cuidava?
Protegia?
Tentava encontrá-lo?
Não sabia o que fazer?
Queria se afastar?

Agora observe a emoção.

O que você sentia em relação àquele bebê?

Amor?
Medo?
Ansiedade?
Responsabilidade?
Rejeição?
Ternura?

Porque sonhar que você segura um bebê com carinho é muito diferente de sonhar que existe um bebê chorando e você não consegue chegar até ele.

O símbolo é o mesmo.

A dinâmica do sonho não é.

E agora vem a Pergunta-Ponte:

O que está começando a nascer na sua vida — ou dentro de você — que ainda precisa de atenção para conseguir se desenvolver?

Talvez seja algo externo, como um projeto ou uma relação.

Mas também pode ser uma nova maneira de se posicionar, um desejo que você começou a reconhecer ou uma parte sua que ainda está aprendendo a existir.

É por isso que conhecer o significado universal de um símbolo é importante — mas não encerra a interpretação.

O símbolo oferece a pista.
Os detalhes mostram a direção.
A emoção aproxima você do conflito.
E a sua vida atual ajuda a construir a ponte.

💬 Você já sonhou com um bebê? Como ele aparecia no sonho — e o que você sentia diante dele?

🌙 E se você quer aprender a ir além para se autoconhecer e começar a investigar os seus próprios sonhos, no Mapa da Alma eu ensino um caminho para compreender a linguagem simbólica dos sonhos e conectá-la à sua história, às suas emoções e ao momento que você está vivendo.

O link está na bio para você conhecer o curso.
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Muitos não nasceram como escolha. Nasceram como projeto.

E passar a vida tentando corresponder a isso pode custar a própria autenticidade.

Muitos não nasceram como escolha. Nasceram como projeto.

E passar a vida tentando corresponder a isso pode custar a própria autenticidade.
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7 0
VIDEO @‌aorsi_studio

Tem gente que passou tanto tempo tentando se encaixar que já nem sabe mais distinguir:

“Isso realmente faz parte de mim ou foi o que aprendi que precisava ser para ser aceita?”

Desde muito cedo, aprendemos quais comportamentos recebem aprovação, quais incomodam, quais partes de nós são celebradas e quais parecem precisar ser escondidas.

E, aos poucos, podemos começar a nos editar.

Apagamos uma opinião para evitar conflito.

Diminuímos nossa espontaneidade para não chamar atenção.

Dizemos “sim” quando gostaríamos de dizer “não”.

Escolhemos caminhos que fazem sentido para os outros, mas pouco conversam com aquilo que desejamos.

Tudo isso porque pertencer é uma necessidade humana importante.

O problema começa quando, para pertencer, precisamos desaparecer um pouco.

Talvez seja por isso que essa imagem seja tão simbólica.

Enquanto todos carregam uma borracha, ela segue com uma ponta.

Uma apaga. A outra escreve.

E amadurecer também pode significar perceber quais partes de você foram sendo apagadas para caber — e começar, aos poucos, a escrever uma vida que tenha mais a sua forma.

Isso não significa ser diferente apenas para contrariar os outros.

Significa conseguir pertencer sem precisar abandonar a si mesmo no caminho.

💬 E eu deixo uma pergunta para você:

Que parte de você já tentou “apagar” para conseguir se encaixar?

VIDEO @‌aorsi_studio

Tem gente que passou tanto tempo tentando se encaixar que já nem sabe mais distinguir:

“Isso realmente faz parte de mim ou foi o que aprendi que precisava ser para ser aceita?”

Desde muito cedo, aprendemos quais comportamentos recebem aprovação, quais incomodam, quais partes de nós são celebradas e quais parecem precisar ser escondidas.

E, aos poucos, podemos começar a nos editar.

Apagamos uma opinião para evitar conflito.

Diminuímos nossa espontaneidade para não chamar atenção.

Dizemos “sim” quando gostaríamos de dizer “não”.

Escolhemos caminhos que fazem sentido para os outros, mas pouco conversam com aquilo que desejamos.

Tudo isso porque pertencer é uma necessidade humana importante.

O problema começa quando, para pertencer, precisamos desaparecer um pouco.

Talvez seja por isso que essa imagem seja tão simbólica.

Enquanto todos carregam uma borracha, ela segue com uma ponta.

Uma apaga. A outra escreve.

E amadurecer também pode significar perceber quais partes de você foram sendo apagadas para caber — e começar, aos poucos, a escrever uma vida que tenha mais a sua forma.

Isso não significa ser diferente apenas para contrariar os outros.

Significa conseguir pertencer sem precisar abandonar a si mesmo no caminho.

💬 E eu deixo uma pergunta para você:

Que parte de você já tentou “apagar” para conseguir se encaixar?
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Talvez uma das coisas mais cansativas que fazemos seja tentar controlar a mente o tempo inteiro.

Controlar o que vamos sentir.
Impedir determinados pensamentos.
Encontrar uma resposta para tudo.
Antecipar o que pode dar errado.
Resolver mentalmente aquilo que ainda nem aconteceu.

E quanto mais tentamos colocar tudo em ordem por dentro, mais algumas coisas parecem escapar.

É interessante que essa cena começa falando sobre aprender a escolher os pensamentos, mas termina com um convite diferente:

sentar, acalmar a mente e observar o que acontece.

Porque trabalhar a mente não significa necessariamente conseguir decidir quais pensamentos vão aparecer.

Pensamentos surgem.

Memórias surgem.

Medos surgem.

A questão pode estar menos em impedir que eles apareçam e mais em perceber o que fazemos quando aparecem.

Você acredita imediatamente em tudo o que pensa?

Entra em uma discussão mental?

Tenta expulsar o pensamento?

Ou consegue observá-lo antes de decidir o espaço que ele terá?

Existe uma diferença importante entre ter um pensamento e obedecer a ele.

“Vai dar errado” é um pensamento.

“Eu não vou conseguir” é um pensamento.

“Preciso resolver isso agora” também pode ser apenas um pensamento.

Nem tudo o que passa pela nossa mente precisa virar uma verdade, uma decisão ou uma ação.

Talvez “se entregar”, como aparece nessa cena, não seja desistir de si.

Talvez seja abandonar, por alguns instantes, a necessidade de controlar cada movimento interno.

E perceber que também existe liberdade quando conseguimos pensar:

“Minha mente está me dizendo isso agora. Mas eu não preciso ir atrás de tudo o que ela diz.”

🎬 Comer, Rezar e Amar

💭 Qual pensamento costuma aparecer na sua mente e, mesmo sem você perceber, acaba comandando o seu comportamento?

Talvez uma das coisas mais cansativas que fazemos seja tentar controlar a mente o tempo inteiro.

Controlar o que vamos sentir.
Impedir determinados pensamentos.
Encontrar uma resposta para tudo.
Antecipar o que pode dar errado.
Resolver mentalmente aquilo que ainda nem aconteceu.

E quanto mais tentamos colocar tudo em ordem por dentro, mais algumas coisas parecem escapar.

É interessante que essa cena começa falando sobre aprender a escolher os pensamentos, mas termina com um convite diferente:

sentar, acalmar a mente e observar o que acontece.

Porque trabalhar a mente não significa necessariamente conseguir decidir quais pensamentos vão aparecer.

Pensamentos surgem.

Memórias surgem.

Medos surgem.

A questão pode estar menos em impedir que eles apareçam e mais em perceber o que fazemos quando aparecem.

Você acredita imediatamente em tudo o que pensa?

Entra em uma discussão mental?

Tenta expulsar o pensamento?

Ou consegue observá-lo antes de decidir o espaço que ele terá?

Existe uma diferença importante entre ter um pensamento e obedecer a ele.

“Vai dar errado” é um pensamento.

“Eu não vou conseguir” é um pensamento.

“Preciso resolver isso agora” também pode ser apenas um pensamento.

Nem tudo o que passa pela nossa mente precisa virar uma verdade, uma decisão ou uma ação.

Talvez “se entregar”, como aparece nessa cena, não seja desistir de si.

Talvez seja abandonar, por alguns instantes, a necessidade de controlar cada movimento interno.

E perceber que também existe liberdade quando conseguimos pensar:

“Minha mente está me dizendo isso agora. Mas eu não preciso ir atrás de tudo o que ela diz.”

🎬 Comer, Rezar e Amar

💭 Qual pensamento costuma aparecer na sua mente e, mesmo sem você perceber, acaba comandando o seu comportamento?
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103 0
Sonhar com morte pode assustar porque nossa primeira tendência é interpretar a imagem literalmente.

Mas sonhos trabalham com linguagem simbólica.

🌙 Primeira pista:
A morte pode simbolizar fim, transformação, passagem e renovação.

Só que essa é apenas a primeira camada.

Para começar a compreender o seu sonho, tente lembrar:

Quem ou o que morria?

Era você?
Uma pessoa conhecida?
Um desconhecido?
Um animal?

Depois observe:

Como essa morte acontecia?

Era repentina?
Esperada?
Violenta?
Tranquila?

Agora vem uma das partes mais importantes:

O que você sentia no sonho?

Medo?
Tristeza?
Culpa?
Desespero?

Ou, curiosamente...

alívio?

A emoção pode mudar completamente o caminho da interpretação.

E agora faça a Pergunta-Ponte:

O que, na sua vida hoje, parece estar terminando, se transformando ou precisando dar lugar a algo novo?

Pode ser uma relação.

Uma fase.

Uma maneira de viver.

Uma crença sobre você.

Ou até uma versão sua que já cumpriu sua função.

Percebe como interpretar um sonho é diferente de simplesmente procurar o significado de um símbolo?

O símbolo oferece uma pista.
A sua história ajuda a revelar para onde ela aponta.

💬 Você já sonhou com morte?

Tente lembrar de um sonho real e me conte: quem ou o que morria — e qual foi a emoção mais forte que você sentiu? 🌙

🌙 E se você quer ir além de interpretações prontas e aprender a investigar os seus próprios sonhos, no Mapa da Alma eu ensino um caminho para compreender a linguagem simbólica dos sonhos e conectá-la à sua própria história e ao momento que você está vivendo.

O link está na bio para você conhecer o curso.

Sonhar com morte pode assustar porque nossa primeira tendência é interpretar a imagem literalmente.

Mas sonhos trabalham com linguagem simbólica.

🌙 Primeira pista:
A morte pode simbolizar fim, transformação, passagem e renovação.

Só que essa é apenas a primeira camada.

Para começar a compreender o seu sonho, tente lembrar:

Quem ou o que morria?

Era você?
Uma pessoa conhecida?
Um desconhecido?
Um animal?

Depois observe:

Como essa morte acontecia?

Era repentina?
Esperada?
Violenta?
Tranquila?

Agora vem uma das partes mais importantes:

O que você sentia no sonho?

Medo?
Tristeza?
Culpa?
Desespero?

Ou, curiosamente...

alívio?

A emoção pode mudar completamente o caminho da interpretação.

E agora faça a Pergunta-Ponte:

O que, na sua vida hoje, parece estar terminando, se transformando ou precisando dar lugar a algo novo?

Pode ser uma relação.

Uma fase.

Uma maneira de viver.

Uma crença sobre você.

Ou até uma versão sua que já cumpriu sua função.

Percebe como interpretar um sonho é diferente de simplesmente procurar o significado de um símbolo?

O símbolo oferece uma pista.
A sua história ajuda a revelar para onde ela aponta.

💬 Você já sonhou com morte?

Tente lembrar de um sonho real e me conte: quem ou o que morria — e qual foi a emoção mais forte que você sentiu? 🌙

🌙 E se você quer ir além de interpretações prontas e aprender a investigar os seus próprios sonhos, no Mapa da Alma eu ensino um caminho para compreender a linguagem simbólica dos sonhos e conectá-la à sua própria história e ao momento que você está vivendo.

O link está na bio para você conhecer o curso.
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