O QUE É?

Método único aonde se une técnicas de hipnose, pnl, reprocessamento generativo, EFT, inteligência emocional , para tratar a pessoa como um todo de forma rápida e objetiva.

OBJETIVO

Ajudar a pessoa a se libertar de seus problemas emocionais de forma rápida
Reestruturar o psiquismo para que consiga lidar com as questões do dia a dia de forma leve e assertiva.

Preparado para alcançar uma qualidade de vida?

Conheça o método exclusivo Wanessa Ugliara. Método único onde se une técnicas de hipnose, pnl, reprocessamento generativo, EFT, inteligência emocional , para tratar a pessoa como um todo de forma rápida e objetiva.

Ajudar a pessoa a se libertar de seus problemas emocionais de forma rápida

Reestruturar o psiquismo para que consiga lidar com as questões do dia a dia de forma leve e assertiva

Desenvolver habilidade de auto gerenciamento emocional

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Talvez todos nós tenhamos alguns “monstros” que aparecem no caminho.

Só que os nossos geralmente não saem de trás de uma árvore.

Eles aparecem em pensamentos como:

“E se eu fracassar?”
“E se eu passar vergonha?”
“E se me rejeitarem?”
“E se eu não der conta?”
“E se alguma coisa der errado?”

E, sem perceber, começamos a organizar a vida ao redor deles.

Não vou porque tenho medo.
Não falo porque tenho medo.
Não tento porque tenho medo.
Não mudo porque tenho medo.

Até que o medo deixa de ser apenas uma emoção e começa a ocupar o lugar de quem toma as decisões.

É por isso que eu gosto tanto dessa cena.

Ela não derrota o monstro.

Ela não espera deixar de sentir medo.

Ela simplesmente muda a forma como se posiciona diante dele:

“Quer saber? Você não vai decidir tudo por mim.”

Talvez seja essa a conversa que alguns dos nossos medos também precisam ouvir.

Não:

“Eu nunca mais vou sentir você.”

Mas:

“Eu sei que você está aqui. Só que sua presença não significa que eu preciso obedecer.”

Porque coragem não é ausência de medo.

Às vezes, coragem é fazer alguma coisa importante enquanto uma parte de você ainda está dizendo para correr.

E isso também não significa enfrentar tudo de qualquer jeito. Há medos que nos protegem de perigos reais.

Mas existem outros que foram crescendo tanto que começam a nos proteger da própria vida: de tentar, de se expor, de criar vínculos, de mudar, de descobrir do que somos capazes.

Talvez o objetivo não seja matar todos os nossos monstros.

Talvez seja aprender a olhar para alguns deles e dizer:

“Você pode até vir comigo. Mas não vai dirigir.”

🎬 Pânico na Floresta

💭 Se você pudesse dizer “vai se ferrar” para um medo que tem mandado demais na sua vida ultimamente… qual seria?

Talvez todos nós tenhamos alguns “monstros” que aparecem no caminho.

Só que os nossos geralmente não saem de trás de uma árvore.

Eles aparecem em pensamentos como:

“E se eu fracassar?”
“E se eu passar vergonha?”
“E se me rejeitarem?”
“E se eu não der conta?”
“E se alguma coisa der errado?”

E, sem perceber, começamos a organizar a vida ao redor deles.

Não vou porque tenho medo.
Não falo porque tenho medo.
Não tento porque tenho medo.
Não mudo porque tenho medo.

Até que o medo deixa de ser apenas uma emoção e começa a ocupar o lugar de quem toma as decisões.

É por isso que eu gosto tanto dessa cena.

Ela não derrota o monstro.

Ela não espera deixar de sentir medo.

Ela simplesmente muda a forma como se posiciona diante dele:

“Quer saber? Você não vai decidir tudo por mim.”

Talvez seja essa a conversa que alguns dos nossos medos também precisam ouvir.

Não:

“Eu nunca mais vou sentir você.”

Mas:

“Eu sei que você está aqui. Só que sua presença não significa que eu preciso obedecer.”

Porque coragem não é ausência de medo.

Às vezes, coragem é fazer alguma coisa importante enquanto uma parte de você ainda está dizendo para correr.

E isso também não significa enfrentar tudo de qualquer jeito. Há medos que nos protegem de perigos reais.

Mas existem outros que foram crescendo tanto que começam a nos proteger da própria vida: de tentar, de se expor, de criar vínculos, de mudar, de descobrir do que somos capazes.

Talvez o objetivo não seja matar todos os nossos monstros.

Talvez seja aprender a olhar para alguns deles e dizer:

“Você pode até vir comigo. Mas não vai dirigir.”

🎬 Pânico na Floresta

💭 Se você pudesse dizer “vai se ferrar” para um medo que tem mandado demais na sua vida ultimamente… qual seria?
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VIDEO @raqueltrevisi

Nem sempre percebemos o efeito que causamos nas pessoas.

Às vezes, imaginamos que para fazer diferença na vida de alguém precisamos dizer algo extraordinário, resolver um problema ou fazer um grande gesto.

Mas não é sempre assim.

Uma escuta sem julgamento.

Uma mensagem em um dia difícil.

Alguém que percebe uma mudança no nosso olhar e pergunta: “Você está bem?”

Uma presença que transmite segurança quando tudo parece confuso.

Pequenos encontros também podem deixar marcas emocionais.

Isso acontece porque nós também nos regulamos nas relações. A forma como somos recebidos, escutados e acolhidos pode influenciar a maneira como atravessamos determinados momentos.

E talvez exista algo especialmente bonito nessa cena:

ela ilumina as pessoas enquanto continua caminhando.

Ela não para para conferir quem ficou mais iluminado.

Não pergunta se fez diferença.

Não recebe aplausos.

E a vida também é assim.

Muitas vezes, nunca descobrimos que uma conversa ficou na memória de alguém, que uma gentileza chegou exatamente em um dia difícil ou que nossa presença fez uma pessoa se sentir menos sozinha.

Por isso, nem todo impacto que você causa será visível para você.

Algumas das marcas mais bonitas que deixamos nas pessoas acontecem sem que jamais saibamos.

💬 Alguém já fez algo aparentemente pequeno por você, mas que ficou guardado até hoje?

Talvez seja uma boa oportunidade de contar para essa pessoa que, naquele momento, ela trouxe um pouco de luz para você.

VIDEO @raqueltrevisi

Nem sempre percebemos o efeito que causamos nas pessoas.

Às vezes, imaginamos que para fazer diferença na vida de alguém precisamos dizer algo extraordinário, resolver um problema ou fazer um grande gesto.

Mas não é sempre assim.

Uma escuta sem julgamento.

Uma mensagem em um dia difícil.

Alguém que percebe uma mudança no nosso olhar e pergunta: “Você está bem?”

Uma presença que transmite segurança quando tudo parece confuso.

Pequenos encontros também podem deixar marcas emocionais.

Isso acontece porque nós também nos regulamos nas relações. A forma como somos recebidos, escutados e acolhidos pode influenciar a maneira como atravessamos determinados momentos.

E talvez exista algo especialmente bonito nessa cena:

ela ilumina as pessoas enquanto continua caminhando.

Ela não para para conferir quem ficou mais iluminado.

Não pergunta se fez diferença.

Não recebe aplausos.

E a vida também é assim.

Muitas vezes, nunca descobrimos que uma conversa ficou na memória de alguém, que uma gentileza chegou exatamente em um dia difícil ou que nossa presença fez uma pessoa se sentir menos sozinha.

Por isso, nem todo impacto que você causa será visível para você.

Algumas das marcas mais bonitas que deixamos nas pessoas acontecem sem que jamais saibamos.

💬 Alguém já fez algo aparentemente pequeno por você, mas que ficou guardado até hoje?

Talvez seja uma boa oportunidade de contar para essa pessoa que, naquele momento, ela trouxe um pouco de luz para você.
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Uma das frases que mais escuto no consultório é:

"Mas o meu passado não vai mudar."

E isso é verdade.

A terapia não muda o que aconteceu.

Ela não apaga experiências, não elimina perdas e nem faz com que a dor nunca tenha existido.

O que ela pode transformar é a forma como essas experiências continuam influenciando a sua vida hoje.

Às vezes, o passado permanece vivo não porque ele ainda está acontecendo, mas porque continuamos reagindo a ele como se ainda estivéssemos lá.

É isso que pode mudar.

Você pode aprender a reconhecer padrões que nasceram naquela época.

Pode compreender crenças que foram construídas a partir dessas experiências.

Pode desenvolver formas mais saudáveis de se relacionar consigo, com os outros e com a própria história.

O passado faz parte de quem somos.

Mas ele não precisa determinar quem continuaremos sendo.

Agora eu quero te ouvir.

Existe alguma experiência do seu passado que fez você enxergar a vida de um jeito diferente?

Se esse texto fez sentido para você, salve-o. Talvez ele seja um bom lembrete de que a terapia não muda a história, mas pode mudar a forma como ela continua sendo vivida. 🌿

Série: Sessão de Terapia (Globoplay)
T05E30 (Caio, sessão 6)

video @jordaofelix_

Uma das frases que mais escuto no consultório é:

"Mas o meu passado não vai mudar."

E isso é verdade.

A terapia não muda o que aconteceu.

Ela não apaga experiências, não elimina perdas e nem faz com que a dor nunca tenha existido.

O que ela pode transformar é a forma como essas experiências continuam influenciando a sua vida hoje.

Às vezes, o passado permanece vivo não porque ele ainda está acontecendo, mas porque continuamos reagindo a ele como se ainda estivéssemos lá.

É isso que pode mudar.

Você pode aprender a reconhecer padrões que nasceram naquela época.

Pode compreender crenças que foram construídas a partir dessas experiências.

Pode desenvolver formas mais saudáveis de se relacionar consigo, com os outros e com a própria história.

O passado faz parte de quem somos.

Mas ele não precisa determinar quem continuaremos sendo.

Agora eu quero te ouvir.

Existe alguma experiência do seu passado que fez você enxergar a vida de um jeito diferente?

Se esse texto fez sentido para você, salve-o. Talvez ele seja um bom lembrete de que a terapia não muda a história, mas pode mudar a forma como ela continua sendo vivida. 🌿

Série: Sessão de Terapia (Globoplay)
T05E30 (Caio, sessão 6)

video @jordaofelix_
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A gente costuma acreditar que quem nos ama sabe que é amado.

“Ele sabe.”
“Ela sabe o quanto é importante para mim.”
“Eu não preciso ficar dizendo.”

E talvez saiba mesmo.
Mas existe uma diferença entre imaginar que somos amados e viver experiências nas quais esse amor consegue chegar até nós.

O arrependimento de Sheldon toca justamente nesse lugar.

Não necessariamente na ausência de amor.

Mas em tudo aquilo que existia dentro dele e não encontrou uma forma de chegar ao outro enquanto ainda havia tempo.

E isso não acontece apenas com um “eu te amo”.

Às vezes, fica sem ser dito:

“Eu tenho orgulho de você.”
“Você foi importante para mim.”
“Obrigado pelo que fez.”
“Eu senti sua falta.”
“Eu gostaria de ter estado mais perto.”

Há pessoas que sentem profundamente, mas têm dificuldade de transformar afeto em palavra, gesto, presença ou vulnerabilidade.

Talvez porque nunca tenham aprendido.
Talvez porque demonstrar sentimentos as deixe expostas.

Talvez porque exista aquela sensação silenciosa de que haverá outra oportunidade.

E quase sempre vivemos como se houvesse.
Por isso, essa cena não precisa servir para produzir culpa por tudo o que não dissemos.
Pode servir para lembrar de algo enquanto ainda podemos fazer diferente:

amor não precisa apenas existir dentro de nós.
Ele também precisa encontrar maneiras de chegar ao outro.

🎬 Jovem Sheldon

💭 Tem alguma coisa bonita que você sente por alguém e que talvez essa pessoa ainda não tenha ouvido de você?

Se alguém veio à sua cabeça enquanto lia, talvez essa seja uma boa hora para não presumir que ela já sabe. 🤍

A gente costuma acreditar que quem nos ama sabe que é amado.

“Ele sabe.”
“Ela sabe o quanto é importante para mim.”
“Eu não preciso ficar dizendo.”

E talvez saiba mesmo.
Mas existe uma diferença entre imaginar que somos amados e viver experiências nas quais esse amor consegue chegar até nós.

O arrependimento de Sheldon toca justamente nesse lugar.

Não necessariamente na ausência de amor.

Mas em tudo aquilo que existia dentro dele e não encontrou uma forma de chegar ao outro enquanto ainda havia tempo.

E isso não acontece apenas com um “eu te amo”.

Às vezes, fica sem ser dito:

“Eu tenho orgulho de você.”
“Você foi importante para mim.”
“Obrigado pelo que fez.”
“Eu senti sua falta.”
“Eu gostaria de ter estado mais perto.”

Há pessoas que sentem profundamente, mas têm dificuldade de transformar afeto em palavra, gesto, presença ou vulnerabilidade.

Talvez porque nunca tenham aprendido.
Talvez porque demonstrar sentimentos as deixe expostas.

Talvez porque exista aquela sensação silenciosa de que haverá outra oportunidade.

E quase sempre vivemos como se houvesse.
Por isso, essa cena não precisa servir para produzir culpa por tudo o que não dissemos.
Pode servir para lembrar de algo enquanto ainda podemos fazer diferente:

amor não precisa apenas existir dentro de nós.
Ele também precisa encontrar maneiras de chegar ao outro.

🎬 Jovem Sheldon

💭 Tem alguma coisa bonita que você sente por alguém e que talvez essa pessoa ainda não tenha ouvido de você?

Se alguém veio à sua cabeça enquanto lia, talvez essa seja uma boa hora para não presumir que ela já sabe. 🤍
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Sonhar com casamento não precisa estar falando sobre casar literalmente.

🌙 Primeira pista:

Simbolicamente, o casamento pode estar relacionado a união, compromisso, vínculo e integração entre elementos que antes estavam separados.

Mas essa pista, sozinha, ainda diz muito pouco sobre o seu sonho.

Comece investigando:

Quem estava se casando?

Era você?
Outra pessoa?
Você apenas assistia?

Se era você:

Com quem estava se casando?

Era seu parceiro atual?
Um ex?
Um desconhecido?
Alguém com quem você jamais imaginaria se relacionar?

Não descarte esses detalhes só porque parecem estranhos.

Nos sonhos, a pessoa que aparece também pode carregar características, qualidades ou significados que você associa a ela.

Agora observe a cena:

Como estava esse casamento?

Havia celebração? Confusão? Algo dava errado? Você chegava atrasado? O casamento era interrompido?

E chegamos à pergunta que pode mudar todo o caminho:

Como você se sentia ao se casar?

Alegria? Segurança? Ansiedade? Aprisionamento? Arrependimento?

Vontade de fugir? 

Imagine dois sonhos:

Em um, você caminha tranquilamente até o altar.

No outro, você passa o sonho inteiro tentando escapar da cerimônia.

Nos dois existe um casamento.

Mas talvez apenas olhar no dicionário “casamento = união” faça você perder justamente o que há de mais importante.

No segundo sonho, por exemplo, pode valer investigar não apenas a união, mas a relação do sonhador com aquilo a que está se vinculando.

E então chegamos à Pergunta-Ponte:

Com o que você está se comprometendo na sua vida hoje — e como se sente diante desse compromisso?

Talvez seja uma relação.

Mas pode ser uma escolha profissional, uma mudança, um projeto, uma responsabilidade ou até uma nova forma de viver.

E existe ainda outra possibilidade interessante:

O que está tentando se unir dentro de você?

Razão e emoção?
Desejo e responsabilidade?
Quem você era e quem está se tornando?

É aqui que a interpretação começa a ganhar profundidade.

O símbolo oferece uma pista.
A emoção mostra como você se relaciona com ele.
E o momento da sua vida ajuda a revelar onde essa história está acontecendo.

💬 Você já sonhou com casamento? Se lembrar de um sonho real

Sonhar com casamento não precisa estar falando sobre casar literalmente.

🌙 Primeira pista:

Simbolicamente, o casamento pode estar relacionado a união, compromisso, vínculo e integração entre elementos que antes estavam separados.

Mas essa pista, sozinha, ainda diz muito pouco sobre o seu sonho.

Comece investigando:

Quem estava se casando?

Era você?
Outra pessoa?
Você apenas assistia?

Se era você:

Com quem estava se casando?

Era seu parceiro atual?
Um ex?
Um desconhecido?
Alguém com quem você jamais imaginaria se relacionar?

Não descarte esses detalhes só porque parecem estranhos.

Nos sonhos, a pessoa que aparece também pode carregar características, qualidades ou significados que você associa a ela.

Agora observe a cena:

Como estava esse casamento?

Havia celebração? Confusão? Algo dava errado? Você chegava atrasado? O casamento era interrompido?

E chegamos à pergunta que pode mudar todo o caminho:

Como você se sentia ao se casar?

Alegria? Segurança? Ansiedade? Aprisionamento? Arrependimento?

Vontade de fugir?

Imagine dois sonhos:

Em um, você caminha tranquilamente até o altar.

No outro, você passa o sonho inteiro tentando escapar da cerimônia.

Nos dois existe um casamento.

Mas talvez apenas olhar no dicionário “casamento = união” faça você perder justamente o que há de mais importante.

No segundo sonho, por exemplo, pode valer investigar não apenas a união, mas a relação do sonhador com aquilo a que está se vinculando.

E então chegamos à Pergunta-Ponte:

Com o que você está se comprometendo na sua vida hoje — e como se sente diante desse compromisso?

Talvez seja uma relação.

Mas pode ser uma escolha profissional, uma mudança, um projeto, uma responsabilidade ou até uma nova forma de viver.

E existe ainda outra possibilidade interessante:

O que está tentando se unir dentro de você?

Razão e emoção?
Desejo e responsabilidade?
Quem você era e quem está se tornando?

É aqui que a interpretação começa a ganhar profundidade.

O símbolo oferece uma pista.
A emoção mostra como você se relaciona com ele.
E o momento da sua vida ajuda a revelar onde essa história está acontecendo.

💬 Você já sonhou com casamento? Se lembrar de um sonho real
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Muita gente não ocupa o próprio lugar por medo de ser “descoberta”

Mas às vezes o que precisa ser descoberto não é sua fraude,
é a mentira que você acreditou sobre si mesmo.

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Mas às vezes o que precisa ser descoberto não é sua fraude,
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