COMO FUNCIONA?
Descubra mais sobre o método
O QUE É?
Método único aonde se une técnicas de hipnose, pnl, reprocessamento generativo, EFT, inteligência emocional , para tratar a pessoa como um todo de forma rápida e objetiva.
OBJETIVO
Ajudar a pessoa a se libertar de seus problemas emocionais de forma rápida
Reestruturar o psiquismo para que consiga lidar com as questões do dia a dia de forma leve e assertiva.

Preparado para alcançar uma qualidade de vida?
Conheça o método exclusivo Wanessa Ugliara. Método único onde se une técnicas de hipnose, pnl, reprocessamento generativo, EFT, inteligência emocional , para tratar a pessoa como um todo de forma rápida e objetiva.
Ajudar a pessoa a se libertar de seus problemas emocionais de forma rápida
Reestruturar o psiquismo para que consiga lidar com as questões do dia a dia de forma leve e assertiva
Desenvolver habilidade de auto gerenciamento emocional
COMO INICIO MINHA JORNADA?
Passo a Passo
AVALIAÇÃO
TRATAMENTO
CONCLUSÃO
AGUARDO SEU CONTATO
Está pronto(a) para iniciar a sua jornada mais rápida e eficiente no desenvolvimento em todos os aspectos de sua vida?
ÚLTIMAS POSTAGENS
Nosso Instagram
🧠 “Como posso sentir tanta raiva de alguém que amo tanto?”
Uma mãe que perde a paciência com o filho e depois se culpa.
Um filho adulto que ama os pais, mas sente ressentimento por algumas atitudes deles.
Alguém que cuida de um familiar e, às vezes, deseja simplesmente não precisar cuidar de ninguém.
O que torna esses sentimentos tão difíceis de aceitar?
Talvez não seja apenas a raiva, mas a ideia de que jamais deveríamos senti-la.
Crescemos cercados de expectativas sobre o amor: mães deveriam ser sempre pacientes, filhos deveriam sentir apenas gratidão e quem ama deveria compreender tudo.
Mas a psicanálise nos mostra que nossos vínculos são mais complexos.
Freud chamou atenção para a ambivalência afetiva: a possibilidade de experimentar amor e sentimentos hostis em relação à mesma pessoa.
E, muitas vezes, é justamente nas relações mais importantes que essas contradições aparecem.
Podemos amar profundamente alguém e, ainda assim, sentir raiva, cansaço, frustração ou vontade de nos afastar.
O problema é que, quando confundimos sentir com fazer, podemos nos culpar até por emoções que nunca transformamos em atitudes.
Mas sentir raiva não é o mesmo que agredir.
E reconhecer um sentimento não significa precisar agir de acordo com ele.
Existe uma diferença fundamental entre acolher o que sentimos e justificar o que fazemos.
Talvez, em vez de perguntar “Como posso sentir isso por alguém que amo?”, possamos investigar:
“O que essa raiva revela sobre o que estou vivendo nessa relação?”
Pode ser um limite ultrapassado, uma necessidade não reconhecida, uma frustração ou até um conflito antigo que continua presente.
A raiva não tem sempre o mesmo significado. Mas pode nos oferecer algo importante para compreender.
Porque amadurecer emocionalmente não é deixar de sentir raiva de quem amamos. É aprender a reconhecer esse sentimento e nos responsabilizar pelo que fazemos com ele.
💭 Na sua história, você aprendeu que podia sentir raiva das pessoas que amava ou que precisava esconder esse sentimento para continuar sendo considerado alguém bom?
🧠 “Como posso sentir tanta raiva de alguém que amo tanto?”
Uma mãe que perde a paciência com o filho e depois se culpa.
Um filho adulto que ama os pais, mas sente ressentimento por algumas atitudes deles.
Alguém que cuida de um familiar e, às vezes, deseja simplesmente não precisar cuidar de ninguém.
O que torna esses sentimentos tão difíceis de aceitar?
Talvez não seja apenas a raiva, mas a ideia de que jamais deveríamos senti-la.
Crescemos cercados de expectativas sobre o amor: mães deveriam ser sempre pacientes, filhos deveriam sentir apenas gratidão e quem ama deveria compreender tudo.
Mas a psicanálise nos mostra que nossos vínculos são mais complexos.
Freud chamou atenção para a ambivalência afetiva: a possibilidade de experimentar amor e sentimentos hostis em relação à mesma pessoa.
E, muitas vezes, é justamente nas relações mais importantes que essas contradições aparecem.
Podemos amar profundamente alguém e, ainda assim, sentir raiva, cansaço, frustração ou vontade de nos afastar.
O problema é que, quando confundimos sentir com fazer, podemos nos culpar até por emoções que nunca transformamos em atitudes.
Mas sentir raiva não é o mesmo que agredir.
E reconhecer um sentimento não significa precisar agir de acordo com ele.
Existe uma diferença fundamental entre acolher o que sentimos e justificar o que fazemos.
Talvez, em vez de perguntar “Como posso sentir isso por alguém que amo?”, possamos investigar:
“O que essa raiva revela sobre o que estou vivendo nessa relação?”
Pode ser um limite ultrapassado, uma necessidade não reconhecida, uma frustração ou até um conflito antigo que continua presente.
A raiva não tem sempre o mesmo significado. Mas pode nos oferecer algo importante para compreender.
Porque amadurecer emocionalmente não é deixar de sentir raiva de quem amamos. É aprender a reconhecer esse sentimento e nos responsabilizar pelo que fazemos com ele.
💭 Na sua história, você aprendeu que podia sentir raiva das pessoas que amava ou que precisava esconder esse sentimento para continuar sendo considerado alguém bom?
🧠 1 Minuto de Supervisão Clínica
Quando alguém que já morreu aparece no sonho do paciente, o luto pode fazer parte da compreensão — mas não precisa ser nossa única direção de investigação.
Algumas perguntas podem ajudar:
Como essa pessoa apareceu no sonho?
Como era em vida? Mais jovem? Mais velha? Diferente de como o paciente se lembra?
O que acontecia entre vocês no sonho?
Conversavam? Se abraçavam? Havia distância, conflito, silêncio?
O que você sentiu quando percebeu que ela estava ali?
Saudade, alegria, medo, culpa, raiva, alívio, estranhamento?
Ela dizia ou fazia alguma coisa que chamou sua atenção?
Como você se sentiu quando acordou?
Às vezes, a emoção depois do despertar acrescenta uma camada importante à investigação.
O que essa pessoa representava para você quando estava viva?
Proteção? Autoridade? Afeto? Conflito? Segurança? Cobrança?
Existe alguma coisa acontecendo na sua vida hoje que faz você lembrar dela ou do período em que ela estava presente?
E uma pergunta que considero especialmente interessante:
“Por que será que essa pessoa apareceu no seu sonho justamente agora?”
Não para procurar uma resposta pronta.
Mas para construir uma ponte entre a figura que apareceu no sonho, a história daquele vínculo e o momento atual do paciente.
📌 Salve essas perguntas para quando alguém que já morreu aparecer nos sonhos de um paciente.
🧠 1 Minuto de Supervisão Clínica
Quando alguém que já morreu aparece no sonho do paciente, o luto pode fazer parte da compreensão — mas não precisa ser nossa única direção de investigação.
Algumas perguntas podem ajudar:
Como essa pessoa apareceu no sonho?
Como era em vida? Mais jovem? Mais velha? Diferente de como o paciente se lembra?
O que acontecia entre vocês no sonho?
Conversavam? Se abraçavam? Havia distância, conflito, silêncio?
O que você sentiu quando percebeu que ela estava ali?
Saudade, alegria, medo, culpa, raiva, alívio, estranhamento?
Ela dizia ou fazia alguma coisa que chamou sua atenção?
Como você se sentiu quando acordou?
Às vezes, a emoção depois do despertar acrescenta uma camada importante à investigação.
O que essa pessoa representava para você quando estava viva?
Proteção? Autoridade? Afeto? Conflito? Segurança? Cobrança?
Existe alguma coisa acontecendo na sua vida hoje que faz você lembrar dela ou do período em que ela estava presente?
E uma pergunta que considero especialmente interessante:
“Por que será que essa pessoa apareceu no seu sonho justamente agora?”
Não para procurar uma resposta pronta.
Mas para construir uma ponte entre a figura que apareceu no sonho, a história daquele vínculo e o momento atual do paciente.
📌 Salve essas perguntas para quando alguém que já morreu aparecer nos sonhos de um paciente.
Tem gente que nem está presente…
mas continua participando de quase todas as nossas decisões.
“O que vão pensar?”
“Será que vão me achar egoísta?”
“Minha família não vai gostar.”
“Vão falar de mim.”
“Eu deveria fazer diferente.”
E, aos poucos, nossa cabeça vira uma reunião cheia de opiniões — menos a nossa.
O mais curioso é que nem sempre alguém precisa nos criticar de verdade.
Depois de ouvirmos determinadas vozes durante muito tempo, podemos aprender a reproduzi-las sozinhos.
A pessoa que criticava já nem está ali, mas antecipamos sua crítica.
A pessoa que desaprovava não disse nada, mas imaginamos sua reação.
A expectativa pode nem ter sido colocada hoje, mas continuamos tentando corresponder a ela.
Talvez amadurecer também envolva começar a perguntar:
“Essa voz é realmente minha?”
“Eu penso assim ou aprendi que deveria pensar?”
“Se ninguém pudesse opinar sobre essa escolha, o que eu escolheria?”
Não dá para simplesmente dar descarga em tudo o que os outros pensam. 😂
Mas dá para aprender uma coisa importante:
escutar uma opinião não significa entregar a ela o direito de decidir a sua vida.
E talvez o verdadeiro alívio comece quando, no meio de tantas vozes, você finalmente consegue reconhecer qual delas é a sua.
💭 Se pudesse dar descarga em UMA opinião que pesa demais na sua cabeça, qual seria?
Video @ksennen
Tem gente que nem está presente…
mas continua participando de quase todas as nossas decisões.
“O que vão pensar?”
“Será que vão me achar egoísta?”
“Minha família não vai gostar.”
“Vão falar de mim.”
“Eu deveria fazer diferente.”
E, aos poucos, nossa cabeça vira uma reunião cheia de opiniões — menos a nossa.
O mais curioso é que nem sempre alguém precisa nos criticar de verdade.
Depois de ouvirmos determinadas vozes durante muito tempo, podemos aprender a reproduzi-las sozinhos.
A pessoa que criticava já nem está ali, mas antecipamos sua crítica.
A pessoa que desaprovava não disse nada, mas imaginamos sua reação.
A expectativa pode nem ter sido colocada hoje, mas continuamos tentando corresponder a ela.
Talvez amadurecer também envolva começar a perguntar:
“Essa voz é realmente minha?”
“Eu penso assim ou aprendi que deveria pensar?”
“Se ninguém pudesse opinar sobre essa escolha, o que eu escolheria?”
Não dá para simplesmente dar descarga em tudo o que os outros pensam. 😂
Mas dá para aprender uma coisa importante:
escutar uma opinião não significa entregar a ela o direito de decidir a sua vida.
E talvez o verdadeiro alívio comece quando, no meio de tantas vozes, você finalmente consegue reconhecer qual delas é a sua.
💭 Se pudesse dar descarga em UMA opinião que pesa demais na sua cabeça, qual seria?
Video @ksennen
O Guia Prático dos Mecanismos de Defesa reúne 20 e-books curtos com oos 20 mecanismos mais comuns na clinica:
🔹 Conceito e Origem
🔹 Uso Saudável vs. Patológico
🔹 Manifestação nos Transtornos Mentais
📖 Coleção completa em PDF por apenas R$ 37,00
link na bio
O Guia Prático dos Mecanismos de Defesa reúne 20 e-books curtos com oos 20 mecanismos mais comuns na clinica:
🔹 Conceito e Origem
🔹 Uso Saudável vs. Patológico
🔹 Manifestação nos Transtornos Mentais
📖 Coleção completa em PDF por apenas R$ 37,00
link na bio
🦁 Hakuna Matata. Sem problemas.
Quem nunca desejou viver assim?
Sem carregar tantas preocupações, sem antecipar o amanhã, sem transformar cada pequeno problema em uma grande ameaça.
Existe algo psicologicamente saudável nessa filosofia.
Afinal, nem tudo está sob nosso controle. E aprender a não carregar o peso de tudo pode ser uma forma importante de cuidar de si.
Mas, em O Rei Leão, existe um detalhe que torna essa música muito mais profunda.
Simba não encontra Timão e Pumba apenas porque quer uma vida mais leve. Ele chega até eles tentando escapar de uma dor que não consegue enfrentar.
Ele carrega culpa pela morte do pai, acredita que teve responsabilidade pelo que aconteceu e se afasta de tudo que poderia lembrá-lo daquela experiência.
E então encontra uma filosofia que parece oferecer exatamente o que ele precisa: uma vida onde não seja necessário olhar para trás.
Por um tempo, funciona.
Ele encontra amigos, afeto, diversão e um lugar onde pode respirar novamente.
E isso também importa. Às vezes, antes de conseguir enfrentar uma dor, precisamos encontrar segurança para continuar vivendo.
Mas existe uma diferença entre deixar de carregar preocupações desnecessárias e tentar apagar sentimentos que ainda precisam ser compreendidos.
A primeira atitude pode trazer liberdade.
A segunda pode trazer alívio, mas também nos manter distantes de partes importantes da nossa própria história.
Simba só começa a transformar sua relação com o passado quando consegue olhar para aquilo de que vinha fugindo.
E talvez essa seja uma das reflexões mais bonitas do filme:
A paz não precisa significar uma vida sem problemas. Pode significar uma vida em que os problemas já não precisam ser escondidos para que possamos continuar.
Porque algumas preocupações precisam mesmo ser deixadas para trás.
Mas algumas dores precisam, antes, encontrar um lugar dentro da nossa história.
💭 E você? Em quais momentos o seu “Hakuna Matata” tem sido uma forma de viver com mais leveza — e em quais pode estar sendo uma maneira de evitar algo difícil?
🦁 Hakuna Matata. Sem problemas.
Quem nunca desejou viver assim?
Sem carregar tantas preocupações, sem antecipar o amanhã, sem transformar cada pequeno problema em uma grande ameaça.
Existe algo psicologicamente saudável nessa filosofia.
Afinal, nem tudo está sob nosso controle. E aprender a não carregar o peso de tudo pode ser uma forma importante de cuidar de si.
Mas, em O Rei Leão, existe um detalhe que torna essa música muito mais profunda.
Simba não encontra Timão e Pumba apenas porque quer uma vida mais leve. Ele chega até eles tentando escapar de uma dor que não consegue enfrentar.
Ele carrega culpa pela morte do pai, acredita que teve responsabilidade pelo que aconteceu e se afasta de tudo que poderia lembrá-lo daquela experiência.
E então encontra uma filosofia que parece oferecer exatamente o que ele precisa: uma vida onde não seja necessário olhar para trás.
Por um tempo, funciona.
Ele encontra amigos, afeto, diversão e um lugar onde pode respirar novamente.
E isso também importa. Às vezes, antes de conseguir enfrentar uma dor, precisamos encontrar segurança para continuar vivendo.
Mas existe uma diferença entre deixar de carregar preocupações desnecessárias e tentar apagar sentimentos que ainda precisam ser compreendidos.
A primeira atitude pode trazer liberdade.
A segunda pode trazer alívio, mas também nos manter distantes de partes importantes da nossa própria história.
Simba só começa a transformar sua relação com o passado quando consegue olhar para aquilo de que vinha fugindo.
E talvez essa seja uma das reflexões mais bonitas do filme:
A paz não precisa significar uma vida sem problemas. Pode significar uma vida em que os problemas já não precisam ser escondidos para que possamos continuar.
Porque algumas preocupações precisam mesmo ser deixadas para trás.
Mas algumas dores precisam, antes, encontrar um lugar dentro da nossa história.
💭 E você? Em quais momentos o seu “Hakuna Matata” tem sido uma forma de viver com mais leveza — e em quais pode estar sendo uma maneira de evitar algo difícil?
ÚLTIMAS POSTAGENS
Nosso Blog
Como saber se tenho dependência emocional
A dependência emocional é um padrão de comportamento no qual uma pessoa se torna dependente de outra para viver suas necessidades emocionais e validar sua autoestima. […]Entenda o Transtorno de Ansiedade de Separação
O transtorno de ansiedade de separação é um transtorno psicológico caracterizado por um medo excessivo e irracional de ficar separado de pessoas ou de ambientes familiares. […]O que é Fobia Social?
O Transtorno de Ansiedade Social (TAS), também conhecido como fobia social, é um transtorno mental caracterizado pelo medo intenso e persistente de situações sociais ou de […]Entenda a Fobia Específica
A fobia específica é um transtorno de ansiedade caracterizado por um medo intenso e persistente causado por um objeto, situação ou atividade específica. As pessoas que […]Entenda a Agorafobia
A agorafobia é um transtorno de ansiedade caracterizado pelo medo intenso e irracional de situações ou lugares específicos. As pessoas com agorafobia geralmente têm medo de […]




